SL CARTAXO 1 - CD TORRES NOVAS 1
SL CARTAX Peter, João Neves, Caria, Fábio, Bernardo, Casimiro, Hamilton, Sérgio Mendes(78’ Edgar), Eduardo, Serginho(53' Joel), Bruno Brito (90' Gabriel). Treinador: Cláudio Madruga. Gol Bruno Brito (65'). Amarelos: João Neves (40'), Caria (53'), Joel (83'), Bruno Brito (85'), Casimiro (85', 95'). Vermelhos: Eduardo (95'), Bruno Brito (92'). Treinador: Cláudio Madruga.
CD TORRES NOVAS: Nelson, Rui Carvalho, André Vieira, Tiago, Ferreira, Tuca (88' Martim) Paz Miguel (77' Sudesh), Ricardo Branco (62' Filipe Pereira), Caju, Pereira, Miranda, Madjer. Gol Caju (93'). Amarelos: Sudesh (88'). Treinador: João Henriques.
Jornada: 1.ª (28/2). Campo das Pratas. Arbitragem: Ricardo Silva, auxiliado por Ricardo Bico e Valter Fortunato.
O Cartaxo e o Torres Novas jogaram no velhinho Campo das Pratas, agora remodelado com uma bancada nova, relvado sintético e com uma área de jogo maior. Só não foi possível utilizar os novos balneários, que estão por acabar - o que obrigou as equipas a equiparem-se nos velhos e pequenos balneários.
No que diz respeito ao jogo jogado, quem esperava um bom espectáculo devido à área de campo ter sido ligeiramente aumentada, enganou-se. O espaço para jogar é muito curto, pelo que o jogo foi feio e mal jogado. Na primeira parte registaram-se poucos remates e poucas ocasiões de golo, pelo que foi com toda a naturalidade que se chegou ao intervalo sem golos.
Na segunda metade do jogo continuou o mau futebol, com as duas equipas a não darem espaço para se jogar, não conseguindo os jogadores dar mais do que dois toques na bola. O Cartaxo acabaria no entanto por marcar primeiro, fruto de ressalto de bola dentro da área do Desportivo, sem que qualquer das equipas o merecesse.
Depois do golo sofrido, o Torres Novas passou por alguns desequilíbrios, sobretudo porque os homens do Cartaxo forçaram o segundo golo, mas os jogadores do Torres Novas puxaram dos ”galões” e tudo fizeram para pelo menos chegar ao empate. Conseguiram-no por Caju, quando estavam passados três minutos dos cinco dados pelo árbitro da partida.
O árbitro Ricardo Silva teve, de resto, muito trabalho, mas acabou, por ventura, por ser o melhor em campo. Terá sido de todos os elementos do jogo o que mais teve que correr para analisar jogadas, por vezes confusas. O empate final aceita-se, porque nenhuma das equipas merecia perder. Assim, esta época, os dois clubes na terceira vez que se encontraram, registaram outros tantos empates.
Jorge Duarte