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Pré-época

Opinião  »  2010-07-23  »  Denis Hickel

A participação da selecção de Portugal no campeonato do Mundo terá rendido à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) cerca de sete milhões de euros. De acordo com notícias vindas a público nalguns meios da Comunicação Social, aquele valor não terá chegado para pagar as despesas com a selecção, as quais foram prontamente desmentidas pelo presidente da FPF que garantiu exactamente o contrário.

Também de acordo com informações fidedignas, nos termos contratuais o seleccionador nacional Carlos Queirós terá direito a um prémio que corresponderá a 10% do montante auferido pela FPF, que será mais que setecentos mil euros.

É inegavelmente um bom prémio para o seleccionador Carlos Queirós, que poderia ser maior se mostrasse mais ambição e a transmitisse aos próprios jogadores, incapazes de se libertar de um conceito de jogo que privilegiava a defesa em detrimento de uma forte disposição ofensiva. Poderá perguntar-se: Que jogadores para esse tipo de futebol ofensivo? Em Portugal também os há, e bons. O problema é sempre de quem escolhe e dirige, dos métodos que são a sua cartilha e da filosofia de jogo que perfilha.

Os inspectores da FIFA, organismo que organiza os campeonatos do Mundo em futebol, vão proximamente deslocar-se a Portugal para vistoriar os estádios portugueses. Esta acção inspectiva está relacionada com o facto de Portugal e Espanha, através das respectivas federações, terem apresentado uma candidatura conjunta ao campeonato do Mundo de 2018. Os dirigentes da FPF estão naturalmente confiantes na aprovação da candidatura, enquanto os espanhóis, num assomo de realismo face aos graves problemas económicos e financeiros que o seu país atravessa, se mostram mais cépticos na boa receptividade da FIFA à candidatura ibérica.

A pré-época das equipas nacionais que vão disputar os próximos campeonatos entrou já numa fase de elevada intensidade, de modo a que as equipas atinjam valores competitivos já próximos do desejado no início das provas. Principalmente as equipas que vão disputar provas de acesso à UEFA Champions League, caso do Sporting de Braga, e à Europa Cup, caso do Sporting Clube de Portugal e, mais tarde, do Futebol Clube do Porto.

No último fim-de-semana, Benfica, Porto e Sporting disputaram jogos particulares. Os encarnados no Torneio da cidade de Guimarães que saldou por um empate (3-3) com uma equipa holandesa, e uma vitória (5-3) com o Vitória de Guimarães, que lhes garantiu a conquista da taça, novamente com grandes desconfianças dos adeptos do Benfica em relação à sua defesa que sofreu seis golos em dois jogos, com a atenuante de não contar com os principais elementos do sector defensivo que disputaram o campeonato do Mundo, mas com a principal preocupação a recair no guarda-redes espanhol contratado no defeso por uma verba (8,5 milhões de euros) considerada muito elevada para um jogador que actua naquele importante posto. Não é caso para menos.

Porto e Sporting jogaram nos seus estádios perante os seus adeptos. Venceram os dois. O primeiro frente ao Ajax de Amesterdão (1-0), equipa holandesa de grande prestígio internacional, e o segundo contra o Lyon, de França (2-0), formação de grande qualidade que teve uma boa participação na fase final da última edição da UEFA Champions League.

Muito longe de deslumbrarem pelo futebol exibido, o que não surpreende nesta fase preparatória das equipas, com novos treinadores, cada um com as suas próprias ideias de organização de jogo, porventura diferentes dos seus antecessores, e com a entrada de jogadores provenientes de outros campeonatos, com diversa cultura futebolística e habituados a outros métodos de treino, as dificuldades de adaptação são notórias, como os próprios jogos demonstraram.

Os anúncios surgem em catadupa, mas os negócios milionários, principalmente dos chamados três grandes, são anunciados na Comunicação Social sem que se conheça a sua veracidade. Com o decorrer do tempo se saberá. Se entra ou sai dinheiro.

 

 

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