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Liga começa. Benfica derrotado

Opinião  »  2010-08-20  »  Denis Hickel

O SPORTING, depois de uma pré-época com altos e baixos e de exibições nem sempre convincentes nos jogos particulares e de apuramento para a Liga Europa, entrou a perder na deslocação que fez ao campo da Mata Real para defrontar o Paços de Ferreira na jornada inaugural da Liga Zon Sagres. Um golo na segunda parte da equipa do Paços derrotou a formação leonina que na segunda parte foi uma sombra de si própria, depois de na primeira parte ter feito uma exibição mais conseguida, com inúmeras ocasiões de golo que não soube concretizar.

Estranharam os adeptos leoninos a mudança radical de comportamento da equipa da primeira para a segunda parte, quando tudo levava a crer que a vitória do Sporting seria uma realidade no fim dos noventa minutos, tal a supremacia evidenciada durante o primeiro período da partida. Mas não foi assim. A equipa do Paços surgiu mais determinada sobre a bola, enquanto a equipa do Sporting apareceu descaracterizada, sem organização de jogo, incapaz de desmontar a bem organizada equipa da capital do móvel, cuja supremacia neste período do jogo foi de tal forma intensa que valeu a determinação do guarda-redes do Sporting para que o resultado não se avolumasse.

Excelente segunda parte da equipa do Paços, que mereceu inteiramente a vitória, enquanto o Sporting terá que rever os seus processos de jogo para poder atingir os objectivos a que se propõe.

O PORTO deslocou-se à Figueira da Foz para disputar com a Naval um jogo que se adivinhava difícil e que veio a demonstrar-se com a forma como se desenrolou. Após a brilhante exibição uma semana atrás perante o Benfica, em que se superiorizou de forma clara e conquistou a Supertaça Cândido de Oliveira, esperava-se que o Porto surgisse no jogo a dominar desde o primeiro minuto mas tal não se verificou. Ao invés, foi a Naval que, mercê do elevado número de jogadores que povoou o meio campo, não permitiu que o Porto desenvolvesse o seu futebol, criando-lhe inúmeras dificuldades e estando mais perto da área azul e branca do que o seu antagonista, que neste período poucas oportunidades de golo criou.

Na segunda parte, o Porto surgiu mais acutilante, com ritmo mais elevado, e passou a encostar a Naval junto da sua grande área, pressionando constantemente e criando algumas oportunidades flagrantes de golo que não conseguiu concretizar. Até que, perto do final do jogo, e numa jogada de ataque como tantas outras que criou, conseguiu que o adversário cometesse grande penalidade. Na sua marcação, Hulk disparou com violência e fez o único golo da partida, não sem que, minutos antes, o ponta de lança da Naval surgisse isolado na área do Porto mas foi desarmado no último segundo por se ter mostrado muito lento. Vitória justa do Porto pelo que fez na segunda parte.

O BENFICA começou mal a defesa do título de campeão que ostenta. No estádio da Luz e frente à Académica, equipa tradicionalmente difícil quando se desloca àquele estádio, o Benfica sofreu a primeira derrota no campeonato (1-2), depois de ter perdido a Supertaça para o Porto e de antes ter sido derrotada, também em pleno estádio da Luz, perante os ingleses do Tottenham. O Benfica soma três derrotas consecutivas.

O Benfica começou bem o jogo, entrou forte e determinado, mas encontrou pela frente uma defesa da Académica muito coesa e bem organizada, que não permitiu veleidades aos atacantes encarnados. Mas foi a Académica que inaugurou o marcador na marcação de um livre muito bem executado, com a bola a sobrevoar os centrais do Benfica e com estes as permitir que o avançado da Académica cabeceasse para o fundo da baliza.

Na segunda parte, e a jogar com mais um jogador devido a expulsão de um jogador da Académica, o Benfica surgiu mais pressionante, asfixiando a equipa da Académica que praticamente jogava com dez jogadores atrás da linha da bola. Aos sessenta e dois minutos o Benfica chega ao empate, adivinhando-se novo golo para conseguir a vitória. Mas este não surge, muito por culpa da estratégia do Benfica. Aos noventa e dois minutos a Académica marca, num grande chapéu ao guarda redes do Benfica.

 

 

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