Orçamento Participativo, alguém se lembra dele?..
Opinião
» 2018-09-26
» Nuno Curado
"Os orçamentos participativos são umas das poucas formas de democracia directa em Portugal"
Vamos ter mais um ano sem um Orçamento Participativo (OP) aqui em Torres Novas. Lembrei-me disso ao ver a notícia dos recentes vencedores do OP em Abrantes. O ano passado, o OP não avançou no nosso concelho com o argumento de ser ano de eleições. Este ano não avança porque “se vai dar um ano para concluir as obras dos OPs anteriores, organizando-se apenas o OP Jovem.” (fonte: www.mediotejo.net). Tendo em conta que estamos no final de Setembro, parece que nem o OP Jovem avança…
Considero que os orçamentos participativos são extremamente importantes para uma sociedade democrática. Por um lado, em termos de tentativa de mobilizar a participação pública e de criação de capacidades de intervenção no espaço comum. Por outro, funcionam também como um espicaçar a que se pense sobre esse espaço público, o que queremos dele e quais as prioridades.
Os orçamentos participativos são umas das poucas formas de democracia directa em Portugal, e a única generalizada. Um outro exemplo de democracia directa são os referendos, e veja-se o quão esporadicamente ocorrem a nível nacional e - que eu me lembre - nunca a nível local ou regional.
A realização de orçamentos participativos já é prática comum em muitos concelhos do país e felizmente o número vai aumentando. Até a nível nacional, este ano é já o segundo em que decorre o Orçamento Participativo de Portugal – por falar nisso, as votações para os projectos ainda estão a decorrer até este Domingo, 30 de Setembro! No fim-de-semana ainda os podem consultar e votar em www.opp.gov.pt.
Torres Novas, mais uma vez, deixa-se ficar para trás, com a “pausa” (assim o espero) deste ano. Espero que o orçamento participativo realmente regresse para o ano. Senão, aos poucos vamos continuar a perder participação, inovação, pensamento comum, democracia… Algo que ninguém quer. Acho eu…
© 2019 • www.jornaltorrejano.pt • jornal@jornaltorrejano.pt
Orçamento Participativo, alguém se lembra dele?..
Opinião
» 2018-09-26
» Nuno Curado
Os orçamentos participativos são umas das poucas formas de democracia directa em Portugal
Vamos ter mais um ano sem um Orçamento Participativo (OP) aqui em Torres Novas. Lembrei-me disso ao ver a notícia dos recentes vencedores do OP em Abrantes. O ano passado, o OP não avançou no nosso concelho com o argumento de ser ano de eleições. Este ano não avança porque “se vai dar um ano para concluir as obras dos OPs anteriores, organizando-se apenas o OP Jovem.” (fonte: www.mediotejo.net). Tendo em conta que estamos no final de Setembro, parece que nem o OP Jovem avança…
Considero que os orçamentos participativos são extremamente importantes para uma sociedade democrática. Por um lado, em termos de tentativa de mobilizar a participação pública e de criação de capacidades de intervenção no espaço comum. Por outro, funcionam também como um espicaçar a que se pense sobre esse espaço público, o que queremos dele e quais as prioridades.
Os orçamentos participativos são umas das poucas formas de democracia directa em Portugal, e a única generalizada. Um outro exemplo de democracia directa são os referendos, e veja-se o quão esporadicamente ocorrem a nível nacional e - que eu me lembre - nunca a nível local ou regional.
A realização de orçamentos participativos já é prática comum em muitos concelhos do país e felizmente o número vai aumentando. Até a nível nacional, este ano é já o segundo em que decorre o Orçamento Participativo de Portugal – por falar nisso, as votações para os projectos ainda estão a decorrer até este Domingo, 30 de Setembro! No fim-de-semana ainda os podem consultar e votar em www.opp.gov.pt.
Torres Novas, mais uma vez, deixa-se ficar para trás, com a “pausa” (assim o espero) deste ano. Espero que o orçamento participativo realmente regresse para o ano. Senão, aos poucos vamos continuar a perder participação, inovação, pensamento comum, democracia… Algo que ninguém quer. Acho eu…
Brasil, China, Entre-os-Rios e Novo Banco
» 2019-03-09
» Jorge Carreira Maia
1. A DOENÇA DO BRASIL. Apesar de sermos latinos e de permitirmos coisas inaceitáveis nos países do centro e do norte da Europa, ainda é difícil para os portugueses compreender a doença que ataca com virulência inusitada o Brasil. |
Remodelação, Bloco, Greves e Exames
» 2019-02-22
» Jorge Carreira Maia
1. REMODELAÇÃO DO GOVERNO. A importância da remodelação do governo ocorrida no início da semana é, do ponto de vista da orientação política, tendencialmente nula. |
Mulher
» 2019-02-21
» Margarida Oliveira
Se é adquirido que com o 25 de Abril de 1974, as mulheres alcançaram o reconhecimento dos seus direitos mais fundamentais, exigindo a igualdade na vida, entre mulheres e homens, certo é, que fora o que seria obrigatório conceder, com o objectivo de serenar os ânimos reivindicativos femininos, praticamente tudo continua por fazer. |
Em suma, não se fotografa o que se come, come-se para fotografar.
» 2019-02-21
» José Ricardo Costa
Por estranho que pareça, houve um tempo em que se ia ao restaurante sobretudo para comer. Sim, também para conviver, comemorar, fazer negócios, mas sempre com o prazer da boa mesa como alvo. Nós, portugueses, para além de comer adoramos falar sobre o que comemos, nem que seja para lembrar, com a expressão lúbrica do lobo dos desenhos animados, o maravilhoso cabrito com grelos que comemos há 20 anos. |
Aero… coisa, mas muito séria
» 2019-02-21
» António Gomes
A noticia teve origem na informação prestada em reunião de câmara pelo vice-presidente da mesma: aeroporto internacional, 4 Kms de pista, 160 voos/dia, 200 milhões de investimento, etc.. E foi apresentada com pompa e circunstância, uma grande mais valia para Torres Novas e arredores. |
Opções
» 2019-02-21
» Anabela Santos
E de repente, quando somos agradavelmente surpreendidos por um montante razoável em euros de que não estávamos à espera, a reação é de espanto e de alegria. Faz falta, é sempre bem vindo. A partir do momento em que recebemos tão agradável notícia, impõe-se um pensamento … o que fazer com todo o dinheiro recebido? |
Para quê tanto vermelho?
» 2019-02-21
» Ana Sentieiro
O Dia de São Valentim é, à semelhança do Carnaval, do Dia da Mulher, do Dia da Aproximação do Pi ou do próprio Dia do Pi, uma celebração à qual não foi atribuída o estatuto de feriado e, como tal, não é respeitada no agregado de festividades. |
Beija o chão e abraça a humilhação
» 2019-02-15
» Ana Sentieiro
Olá! O meu nome é Ana, mas podes tratar-me por “caloira” num tom agressivo e um tanto incomodativo ou, se preferires, “besta”, acompanhado com “Enche vinte!” entoado de um modo pouco sugestivo. |
Caixa, Marcelo, Venezuela e Papa
» 2019-02-08
» Jorge Carreira Maia
1. CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS. O que se tem vindo a saber da Caixa Geral de Depósitos dá razão aos que, na União Europeia, julgam ser necessário impor uma espécie de protectorado aos países do sul da Europa. |
Lisboetas?
» 2019-02-07
» Inês Vidal
Tento fazer este exercício: o que é que as pessoas que não conhecem Torres Novas ficaram a saber sobre o nosso concelho, depois de lerem o artigo publicitário disfarçado de reportagem, que saiu no sábado numa alegada revista, de um honrado semanário nacional? Ora bem. |
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» 2019-02-22
» Jorge Carreira Maia
Remodelação, Bloco, Greves e Exames |
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» 2019-02-21
» Anabela Santos
Opções |
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» 2019-02-21
» António Gomes
Aero… coisa, mas muito séria |
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» 2019-02-21
» José Ricardo Costa
Em suma, não se fotografa o que se come, come-se para fotografar. |
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» 2019-02-21
» Margarida Oliveira
Mulher |