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Breve reflexão sobre a origem das doenças

Opinião  »  2017-03-21  »  Juvenal Silva

"Quando o organismo se degrada, a doença surge em toda a sua plenitude "

O que origina a doença?
O organismo degrada-se, fundamentalmente, por dois motivos, pela intoxicação e pela falta de nutrientes para se constituir e renovar.
As substâncias nutritivas contidas nos alimentos servem para a elaboração das células e dos líquidos orgânicos; além disso, o nosso corpo funciona graças a elas.
Se as fontes alimentares forem superiores às necessidades do organismo, este encontra-se na presença de substâncias que não pode utilizar e obriga-se a armazená-las nos tecidos. Estes excessos tóxicos estagnam-se nos tecidos e modificam todo o organismo. E, mesmo quando a alimentação é a mais adequada, mas excessiva, produz uma deficiente digestão e os alimentos criam uma grande quantidade de resíduos, a que damos o nome de toxinas.
Todas as substâncias em excesso impedem o funcionamento correto do organismo e são consideradas como a causa principal da degradação do organismo e pelo surgimento das doenças. A sobrecarga de resíduos no organismo também se pode dever à degradação e má utilização das substâncias alimentares, pela falta de atividade física e consequente sub-oxigenação. Ora, este fato dificulta a atividade dos órgãos excretores como o fígado, intestinos, rins, pulmões e pele, responsáveis pela eliminação das toxinas, que não trabalham o suficientemente, obrigando o corpo à acumulação de resíduos nos tecidos. Os fatores que levam à saturação e degradação do organismo, são vários, mas em todos os casos são resíduos de alimentos mal metabolizados.
Isto reforça a importância dos bons hábitos, da higiene de vida e particularmente a higiene alimentar.
Existe uma causa muito nociva e determinante para a degradação do organismo, que não é provocada por excessos, mas sobretudo por carências. As carências são insuficiências de substâncias nutritivas, indispensáveis para a construção e o funcionamento do organismo.
As substâncias nutritivas indispensáveis são as proteínas, glúcidos, os lípidos, sais minerais, vitaminas e os oligoelementos (micronutrientes).
Apesar de vivermos numa sociedade de abundância, até parece um paradoxo ficar doente devido a carências alimentares, mas na verdade, é possível e bem fácil, porque os alimentos que agora consumimos fornecem cada vez menos os elementos que o nosso organismo necessita, pelo fato de serem carenciados de vitaminas e minerais, devido aos métodos de cultivo, tratamentos químicos para crescimento rápido e conservação, bem como ainda aos múltiplos processos de refinação a que são sujeitos.
Quando as carências se prolongam, conjuntamente com a manutenção de hábitos alimentares desaconselháveis, produzem-se modificações importantes na composição dos líquidos orgânicos e um enfraquecimento progressivo do organismo.
O organismo carenciado não funciona bem nem elimina os resíduos corretamente.
Quando o organismo se degrada, a doença surge em toda a sua plenitude e quando isso acontece, é todo o organismo que fica doente e não somente um órgão determinado.
Alexis Carrel, prémio Nobel da medicina em 1912 afirmava: “Nenhuma doença se mantém perfeitamente confinada a um único órgão. O corpo está todo ele doente”.

 

 

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