• SOCIEDADE-  • CULTURA  • DESPORTO  • OPINIÃO
  Quinta, 18 Abril 2024    •      Directora: Inês Vidal; Director-adjunto: João Carlos Lopes    •      Estatuto Editorial    •      História do JT
   Pesquisar...
Dom.
 26° / 11°
Céu limpo
Sáb.
 23° / 14°
Céu nublado com chuva fraca
Sex.
 26° / 14°
Períodos nublados
Torres Novas
Hoje  28° / 14°
Períodos nublados
       #Alcanena    #Entroncamento    #Golega    #Barquinha    #Constancia 

Breve reflexão sobre a origem das doenças

Opinião  »  2017-03-21  »  Juvenal Silva

"Quando o organismo se degrada, a doença surge em toda a sua plenitude "

O que origina a doença?
O organismo degrada-se, fundamentalmente, por dois motivos, pela intoxicação e pela falta de nutrientes para se constituir e renovar.
As substâncias nutritivas contidas nos alimentos servem para a elaboração das células e dos líquidos orgânicos; além disso, o nosso corpo funciona graças a elas.
Se as fontes alimentares forem superiores às necessidades do organismo, este encontra-se na presença de substâncias que não pode utilizar e obriga-se a armazená-las nos tecidos. Estes excessos tóxicos estagnam-se nos tecidos e modificam todo o organismo. E, mesmo quando a alimentação é a mais adequada, mas excessiva, produz uma deficiente digestão e os alimentos criam uma grande quantidade de resíduos, a que damos o nome de toxinas.
Todas as substâncias em excesso impedem o funcionamento correto do organismo e são consideradas como a causa principal da degradação do organismo e pelo surgimento das doenças. A sobrecarga de resíduos no organismo também se pode dever à degradação e má utilização das substâncias alimentares, pela falta de atividade física e consequente sub-oxigenação. Ora, este fato dificulta a atividade dos órgãos excretores como o fígado, intestinos, rins, pulmões e pele, responsáveis pela eliminação das toxinas, que não trabalham o suficientemente, obrigando o corpo à acumulação de resíduos nos tecidos. Os fatores que levam à saturação e degradação do organismo, são vários, mas em todos os casos são resíduos de alimentos mal metabolizados.
Isto reforça a importância dos bons hábitos, da higiene de vida e particularmente a higiene alimentar.
Existe uma causa muito nociva e determinante para a degradação do organismo, que não é provocada por excessos, mas sobretudo por carências. As carências são insuficiências de substâncias nutritivas, indispensáveis para a construção e o funcionamento do organismo.
As substâncias nutritivas indispensáveis são as proteínas, glúcidos, os lípidos, sais minerais, vitaminas e os oligoelementos (micronutrientes).
Apesar de vivermos numa sociedade de abundância, até parece um paradoxo ficar doente devido a carências alimentares, mas na verdade, é possível e bem fácil, porque os alimentos que agora consumimos fornecem cada vez menos os elementos que o nosso organismo necessita, pelo fato de serem carenciados de vitaminas e minerais, devido aos métodos de cultivo, tratamentos químicos para crescimento rápido e conservação, bem como ainda aos múltiplos processos de refinação a que são sujeitos.
Quando as carências se prolongam, conjuntamente com a manutenção de hábitos alimentares desaconselháveis, produzem-se modificações importantes na composição dos líquidos orgânicos e um enfraquecimento progressivo do organismo.
O organismo carenciado não funciona bem nem elimina os resíduos corretamente.
Quando o organismo se degrada, a doença surge em toda a sua plenitude e quando isso acontece, é todo o organismo que fica doente e não somente um órgão determinado.
Alexis Carrel, prémio Nobel da medicina em 1912 afirmava: “Nenhuma doença se mantém perfeitamente confinada a um único órgão. O corpo está todo ele doente”.

 

 

 Outras notícias - Opinião


As eleições e o triunfo do pensamento mágico - jorge carreira maia »  2024-04-10  »  Jorge Carreira Maia

Existe, em Portugal, uma franja pequena do eleitorado que quer, deliberadamente, destruir a democracia, não suporta os regimes liberais, sonha com o retorno ao autoritarismo. Ao votar Chega, fá-lo racionalmente. Contudo, a explosão do eleitorado do partido de André Ventura não se explica por esse tipo de eleitores.
(ler mais...)


Eleições "livres"... »  2024-03-18  »  Hélder Dias

Este é o meu único mundo! - antónio mário santos »  2024-03-08  »  António Mário Santos

Comentava João Carlos Lopes , no último Jornal Torrejano, de 16 de Fevereiro, sob o título Este Mundo e o Outro, partindo, quer do pessimismo nostálgico do Jorge Carreira Maia (Este não é o meu mundo), quer da importância da memória, em Maria Augusta Torcato, para resistir «à névoa que provoca o esquecimento e cegueira», quer «na militância política e cívica sempre empenhada», da minha autoria, num país do salve-se quem puder e do deixa andar, sempre à espera dum messias que resolva, por qualquer gesto milagreiro, a sua raiva abafada de nunca ser outra coisa que a imagem crónica de pobreza.
(ler mais...)


Plantação intensiva: do corte à escovinha e tudo em fila aos horizontes metalificados - maria augusta torcato »  2024-03-08  »  Maria Augusta Torcato

Não sei se por causa das minhas origens ou simplesmente da minha natureza, há em mim algo, muito forte, que me liga a árvores, a plantas, a flores, a animais, a espaços verdes ou amarelos e amplos ou exíguos, a serras mais ou menos elevadas, de onde as neblinas se descolam e evolam pelos céus, a pedras, pequenas ou pedregulhos, espalhadas ou juntinhas e a regatos e fontes que jorram espontaneamente.
(ler mais...)


A crise das democracias liberais - jorge carreira maia »  2024-03-08  »  Jorge Carreira Maia

A crise das democracias liberais, que tanto e a tantos atormenta, pode residir num conflito entre a natureza humana e o regime democrático-liberal. Num livro de 2008, Democratic Authority – a philosophical framework, o filósofo David.
(ler mais...)


A carne e os ossos - pedro borges ferreira »  2024-03-08  »  Pedro Ferreira

Existe um paternalismo naqueles que desenvolvem uma compreensão do mundo extensiva que muitas vezes não lhes permite ver os outros, quiçá a si próprios, como realmente são. A opinião pública tem sido marcada por reflexões sobre a falta de memória histórica como justificação do novo mundo intolerante que está para vir, adivinho eu, devido à intenção de voto que se espera no CHEGA.
(ler mais...)


O Flautista de Hamelin... »  2024-02-28  »  Hélder Dias

Este mundo e o outro - joão carlos lopes »  2024-02-22 

Escreve Jorge Carreira Maia, nesta edição, ter a certeza de que este mundo já não é o seu e que o mundo a que chamou seu acabou. “Não sei bem qual foi a hora em que as coisas mudaram, em que a megera da História me deixou para trás”, vai ele dizendo na suas palavras sempre lúcidas e brilhantes, concluindo que “vivemos já num mundo tenebroso, onde os clowns ainda não estão no poder, mas este já espera por eles, para que a História satisfaça a sua insaciável sede de sangue e miséria”.
(ler mais...)


2032: a redenção do Planeta - jorge cordeiro simões »  2024-02-22  »  Jorge Cordeiro Simões

 

 


O dia 5 de Fevereiro de 2032, em que o Francisco Falcão fez 82 anos - aos quais nunca julgara ir chegar -, nasceu ainda mais frio do que os anteriores e este Inverno parecia ser nisso ainda pior que os que o antecederam, o que contribuiu para que cada vez com mais frequência ele se fosse deixando ficar na cama até mais tarde e neste dia festivo só de lá iria sair depois do meio-dia.
(ler mais...)


Avivar a memória - antónio gomes »  2024-02-22  »  António Gomes

Há dias atrás, no âmbito da pré-campanha eleitoral, visitei o lugar onde passei a maior parte da minha vida (47 anos), as oficinas da CP no Entroncamento.

Não que tivesse saudades, mas o espaço, o cheiro e acima de tudo a oportunidade de rever alguns companheiros que ainda por lá se encontram, que ainda lá continuam a vender a sua força de trabalho, foi uma boa recompensa.
(ler mais...)

 Mais lidas - Opinião (últimos 30 dias)
»  2024-04-10  »  Jorge Carreira Maia As eleições e o triunfo do pensamento mágico - jorge carreira maia