• SOCIEDADE-  • CULTURA  • DESPORTO  • OPINIÃO
Directora: Inês Vidal   |     Segunda, 18 de Junho de 2018
Pesquisar...
Qui.
 31° / 19°
Períodos nublados com aguaceiros e trovoadas
Qua.
 34° / 20°
Períodos nublados
Ter.
 34° / 19°
Períodos nublados
Torres Novas
Hoje  37° / 18°
Períodos nublados
       #Alcanena    #Entroncamento    #Golega    #Barquinha    #Constancia 

Breve reflexão sobre a origem das doenças

Opinião  »  2017-03-21  »  Juvenal Silva

"Quando o organismo se degrada, a doença surge em toda a sua plenitude "

O que origina a doença?
O organismo degrada-se, fundamentalmente, por dois motivos, pela intoxicação e pela falta de nutrientes para se constituir e renovar.
As substâncias nutritivas contidas nos alimentos servem para a elaboração das células e dos líquidos orgânicos; além disso, o nosso corpo funciona graças a elas.
Se as fontes alimentares forem superiores às necessidades do organismo, este encontra-se na presença de substâncias que não pode utilizar e obriga-se a armazená-las nos tecidos. Estes excessos tóxicos estagnam-se nos tecidos e modificam todo o organismo. E, mesmo quando a alimentação é a mais adequada, mas excessiva, produz uma deficiente digestão e os alimentos criam uma grande quantidade de resíduos, a que damos o nome de toxinas.
Todas as substâncias em excesso impedem o funcionamento correto do organismo e são consideradas como a causa principal da degradação do organismo e pelo surgimento das doenças. A sobrecarga de resíduos no organismo também se pode dever à degradação e má utilização das substâncias alimentares, pela falta de atividade física e consequente sub-oxigenação. Ora, este fato dificulta a atividade dos órgãos excretores como o fígado, intestinos, rins, pulmões e pele, responsáveis pela eliminação das toxinas, que não trabalham o suficientemente, obrigando o corpo à acumulação de resíduos nos tecidos. Os fatores que levam à saturação e degradação do organismo, são vários, mas em todos os casos são resíduos de alimentos mal metabolizados.
Isto reforça a importância dos bons hábitos, da higiene de vida e particularmente a higiene alimentar.
Existe uma causa muito nociva e determinante para a degradação do organismo, que não é provocada por excessos, mas sobretudo por carências. As carências são insuficiências de substâncias nutritivas, indispensáveis para a construção e o funcionamento do organismo.
As substâncias nutritivas indispensáveis são as proteínas, glúcidos, os lípidos, sais minerais, vitaminas e os oligoelementos (micronutrientes).
Apesar de vivermos numa sociedade de abundância, até parece um paradoxo ficar doente devido a carências alimentares, mas na verdade, é possível e bem fácil, porque os alimentos que agora consumimos fornecem cada vez menos os elementos que o nosso organismo necessita, pelo fato de serem carenciados de vitaminas e minerais, devido aos métodos de cultivo, tratamentos químicos para crescimento rápido e conservação, bem como ainda aos múltiplos processos de refinação a que são sujeitos.
Quando as carências se prolongam, conjuntamente com a manutenção de hábitos alimentares desaconselháveis, produzem-se modificações importantes na composição dos líquidos orgânicos e um enfraquecimento progressivo do organismo.
O organismo carenciado não funciona bem nem elimina os resíduos corretamente.
Quando o organismo se degrada, a doença surge em toda a sua plenitude e quando isso acontece, é todo o organismo que fica doente e não somente um órgão determinado.
Alexis Carrel, prémio Nobel da medicina em 1912 afirmava: “Nenhuma doença se mantém perfeitamente confinada a um único órgão. O corpo está todo ele doente”.

 

 

 Outras notícias - Opinião


O governo e os professores »  2018-06-07  »  Jorge Carreira Maia

O que terá levado o ministro da Educação a afirmar que, perante a posição dos sindicatos, o governo, que tinha prometido recuperar quase três anos do tempo em que as carreiras dos professores estiveram congeladas, não contará qualquer tempo para a progressão docente? O ministro pode achar que é uma estratégia brilhante para enfrentar os sindicatos, mas não percebeu como ela é humilhante para os professores, que se sentem tratados como crianças que são castigadas por um ministro a quem, na verdade, não reconhecem qualquer autoridade política ou educativa.
(ler mais...)


Torres Novas está lá dentro »  2018-06-06  »  Carlos Tomé

Casa Espanhol, uma das três lojas mais antigas de Torres Novas, fechou as suas portas no passado dia 30 de Maio. Torres Novas nunca mais será a mesma terra. Com este encerramento encerra-se uma determinada forma de estar na vida, a generosidade e a inteligência de conseguir estar quase 80 anos à frente de um estabelecimento comercial que marcou indelevelmente a vida da cidade.
(ler mais...)


As Claques »  2018-06-06  »  José Ricardo Costa

Há quatro anos, naquela derradeira fase em que cada jogo é uma final, fui a Aveiro ver o Benfica-Arouca. Indo inocentemente para trás de uma baliza acabei engolido por uma ubérrima claque encarnada transformada num grupo de ménades em pleno desvario, que, apesar do meu cachecol também encarnado, fizeram-me sentir tão em casa como a atravessar o cruzamento de Shibuya em hora de ponta.
(ler mais...)


Empurrar com a barriga »  2018-06-06  »  António Gomes

O edifício dos “Lourenços”, ocupado há 14 anos pela câmara, vai ser adquirido pelo município (390 mil euros). A ocupação do edificio foi acordada por um período de 18 meses, em 2004, sem hipóteses de renovação.
(ler mais...)


A medicina na idade antiga e as plantas medicinais »  2018-06-06  »  Juvenal Silva

A medicina sempre foi considerada uma arte sagrada e era ensinada nos templos. O diagnóstico da doença estava associado ao pecado, e o paciente era isolado para evitar a contaminação a outras pessoas, tanto físicas como espirituais e psicológicas.
(ler mais...)


Espanhol »  2018-06-06  »  Inês Vidal

A minha filha pedia-me hoje que a ajudasse a escolher um local e uma figura da nossa terra. Procurava uma resposta para um trabalho de estudo do meio. Lembrei-me do castelo, por conhecer o seu gosto pela história dos reis e rainhas de Portugal, mas quanto às figuras, andámos por ali as duas a deambular entre várias hipóteses, mas nenhum que nos arrebatasse de uma só vez.
(ler mais...)


A eutanásia, dois problemas »  2018-05-30  »  Jorge Carreira Maia

Ontem foram discutidos na Assembleia da República quatro projectos de lei que visavam legalizar a eutanásia. Todos os projectos foram chumbados. Contudo, segundo alguns deputados, o problema voltará ao parlamento na próxima legislatura.
(ler mais...)


Maio de 68 e democracia »  2018-05-18  »  Jorge Carreira Maia

Passam este mês 50 anos dos acontecimentos que ficaram conhecidos por Maio de 68, um conjunto de revoltas estudantis que se prolongaram numa onda grevista, sem precedentes, dos operários franceses. Por norma, salienta-se a natureza excepcional desses acontecimentos, onde se aliaram reivindicações libertárias dos estudantes, na área dos comportamentos sociais e sexuais, com as exigências sindicais bem mais prosaicas por parte significativa da mão-de-obra francesa.
(ler mais...)


Uma questão de memória? »  2018-05-17  »  Eduarda Gameiro

Sempre fui portadora de uma lacuna de grandes dimensões: a memória. E, quando sou confrontada com uma situação em que esta faculdade tem grande importância, e eu me encontro na sua ausência, há sempre quem me relembre:
- ‘’Andas a comer muito queijo!’’.
(ler mais...)


Bonés há muitos »  2018-05-17  »  José Ricardo Costa

Há um romance chamado A Montanha Mágica cuja acção se passa num sanatório. Numa altura em que o cérebro humano já só está preparado para aguentar livros de “figuras públicas”, auto-ajuda, espiritualidades e receitas de cozinha, ou então estados de alma no Facebook e meia dúzia de palavras chilreadas a conta-gotas, torna-se bizarro haver quem se lembre de escrever romances passados em sanatórios e de ainda precisar de 700 páginas para o fazer.
(ler mais...)

 Mais lidas - Opinião (últimos 10 dias)