ASSIM NÃO VAMOS LÁ
Sociedade » 2026-09-07
A musealização dos restos arqueológicos dos moinhos e lagar do caldeirão, na sequência da requalificação do Almonda Parque, foi um detalhe de grande qualidade inserido na beleza do próprio jardim. Ninguém ousou criticar nada, a não ser o erro gravíssimo de não ter ficado, algures na extensa margem uma rampa de acesso fácil ao leito ao rio. Nesse aspecto foi ignorância e grave irresponsabilidade. Mas há sempre o mas. E o mas é a conservação daquilo que se faz, é o que exige competência a atenção passado o foguetório. Há oito lampiões oito como estrutura de eliminação da zona arqueológica (FOTO 1). Não foram postos por acaso. Dos oito, funciona...um. Há meses e meses, se não for mais. Ninguém, da extensa máquina camarária, nota nada. Desleixo, deixa andar.
Anunciou-se um breve e simples programa de requalificação do jardim municipal da avenida. Aprimoraram-se canteiros e planos de relva, começou-se a pintura dos bancos na zona do açude real, a vegetação da pérgola foi podada e está linda, colocaram-se lâmpadas fundida. Mas subitamente, tudo parou. Os jarrões não foram pintados, faltou a tinta verde e uma grande quantidade de bancos não foi pintada (FOTO 2), os caramanchões e alegretes mereciam um pouco de mais atenção. A base do busto de Carlos Reis não foi limpa, denotando desmazelo. É um mau quadro que ali está, a deslustrar o mestre.
O caramanchão junto à esplanada Jardim (3), que enquadra a ponte de madeira que permite a passagem para a margem direita, atalho rápido para a biblioteca, está assim. Trata-se de uma das mais belas e interessantes peças do velho jardim municipal, com o seu revestimento a azulejos que lhe dá um toque especial. Deveria ser uma peça especialmente cuidada e limpa. Não se pode evitar que por ali se deixem latas de cerveja e papeis. Mas repor duas traves da estrutura de madeira não é um empreendimento assim tão caro e demorado. Não se percebe.
A nódoa não não cai só no pano municipal. Esta é a montra de um edifício devoluto no coração de Torres Novas, a Tabacaria Central de boa memória (FOTO 4). Não há ninguém que venha à cidade que não ponha os olhos neste triste espectáculo. Hoje, com a facilidade de reprodução de vários tipos de suportes, há soluções engenhosas para tapar vidraças de montras que dão para ruínas e situações do género. O que temos ali é uma cena grotesca. Quem tem a propriedade do imóvel terá posses e não faz, logo deveria fazer a Câmara e apresentar a conta. Aquilo não é coisa que uma cidade possa admitir, em parte alguma. É uma falta de respeito para com a comunidade.
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ASSIM NÃO VAMOS LÁ
Sociedade » 2026-09-07
A musealização dos restos arqueológicos dos moinhos e lagar do caldeirão, na sequência da requalificação do Almonda Parque, foi um detalhe de grande qualidade inserido na beleza do próprio jardim. Ninguém ousou criticar nada, a não ser o erro gravíssimo de não ter ficado, algures na extensa margem uma rampa de acesso fácil ao leito ao rio. Nesse aspecto foi ignorância e grave irresponsabilidade. Mas há sempre o mas. E o mas é a conservação daquilo que se faz, é o que exige competência a atenção passado o foguetório. Há oito lampiões oito como estrutura de eliminação da zona arqueológica (FOTO 1). Não foram postos por acaso. Dos oito, funciona...um. Há meses e meses, se não for mais. Ninguém, da extensa máquina camarária, nota nada. Desleixo, deixa andar.
Anunciou-se um breve e simples programa de requalificação do jardim municipal da avenida. Aprimoraram-se canteiros e planos de relva, começou-se a pintura dos bancos na zona do açude real, a vegetação da pérgola foi podada e está linda, colocaram-se lâmpadas fundida. Mas subitamente, tudo parou. Os jarrões não foram pintados, faltou a tinta verde e uma grande quantidade de bancos não foi pintada (FOTO 2), os caramanchões e alegretes mereciam um pouco de mais atenção. A base do busto de Carlos Reis não foi limpa, denotando desmazelo. É um mau quadro que ali está, a deslustrar o mestre.
O caramanchão junto à esplanada Jardim (3), que enquadra a ponte de madeira que permite a passagem para a margem direita, atalho rápido para a biblioteca, está assim. Trata-se de uma das mais belas e interessantes peças do velho jardim municipal, com o seu revestimento a azulejos que lhe dá um toque especial. Deveria ser uma peça especialmente cuidada e limpa. Não se pode evitar que por ali se deixem latas de cerveja e papeis. Mas repor duas traves da estrutura de madeira não é um empreendimento assim tão caro e demorado. Não se percebe.
A nódoa não não cai só no pano municipal. Esta é a montra de um edifício devoluto no coração de Torres Novas, a Tabacaria Central de boa memória (FOTO 4). Não há ninguém que venha à cidade que não ponha os olhos neste triste espectáculo. Hoje, com a facilidade de reprodução de vários tipos de suportes, há soluções engenhosas para tapar vidraças de montras que dão para ruínas e situações do género. O que temos ali é uma cena grotesca. Quem tem a propriedade do imóvel terá posses e não faz, logo deveria fazer a Câmara e apresentar a conta. Aquilo não é coisa que uma cidade possa admitir, em parte alguma. É uma falta de respeito para com a comunidade.
Torres Novas concentra quase 80% do alargamento proposto para o PNSAC
» 2026-10-05
Torres Novas concentra quase 80% dos 3.734 hectares que o ICNF propõe acrescentar ao Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, concretizando uma reivindicação do município iniciada em 2019 para proteger integralmente a Escarpa do Arrife. |
Torres Novas: Câmara adjudica recolha de resíduos apesar das críticas
» 2026-10-05
A câmara de Torres Novas adjudicou por cerca de quatro milhões de euros à SUMA um novo contrato de três anos para recolha de resíduos e limpeza urbana, apesar das críticas do executivo ao serviço actualmente prestado pela empresa. |
ULS Médio Tejo inicia vacinação sazonal com mais de 51 mil vacinas contra a gripe disponíveis
» 2026-10-01
A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) iniciou, esta quarta-feira, 30 de Setembro, a campanha de vacinação sazonal, com 51.402 doses de vacina contra a gripe disponíveis para a sua área geográfica. |
PCP INCRÉDULO: CÂMARA COMEMOROU O DIA DO TURISMO NA RENOVA!
» 2026-09-28
«Lembramo-nos das promessas do agora presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, quando candidato, de resolução da questão da Nascente do Almonda. Chegou inclusive a falar em expropriação. Devolver a nascente do Rio Almonda ao domínio público», recorda o PCP em comunicado. |
“UM COLECTIVO” FOI À NASCENTE DO RIO ALMONDA RECORDAR O QUE FALTA CUMPRIR
» 2026-09-26
Hoje, dia 26 de Setembro, o grupo ambientalista “Um Colectivo” promoveu uma acção na nascente do rio Almonda no momento em que se realizava, nas instalações da fábrica velha da Renova, um passeio organizado pelo município de Torres Novas. |
PCP em Árgea contra o biometano » 2026-09-21 A Comissão Concelhia do PCP de Torres Novas informa em comunicado de imprensa que, no próximo dia 26 de Setembro, terá lugar nas instalações da Sociedade Instrutiva, Recreativa e Musical Argense (SIRMA), pelas 16h00 horas, uma sessão pública de rejeição da unidade de biometano junto às populações, nomeadamente naquela localidade, Árgea. |
MORREU JOSÉ ADRIANO DE JESUS, “ZECA”, VELHA GLÓRIA DO DESPORTIVO
» 2026-09-16
Natural de Torres Novas, tufeirense de gema, nascido em1945, morreu hoje Zeca, José Adriano de Jesus, antigo atleta do Clube Desportivo de Torres Novas e conhecido funcionário da Câmara Municipal de Torres Novas desde 1972 até à sua reforma. |
PSD questiona contrato de publicidade de 10 mil euros no jornal “O Mirante”
» 2026-09-11
Os vereadores com assento na Câmara Municipal de Torres Novas decidiram questionar oficialmente o executivo socialista face à contratação, pelo presidente da Câmara, de serviços de publicidade no valor de 10. |
Crédito Agrícola junta-se ao “TERRA’26” para impulsionar a agricultura regenerativa
» 2026-09-10
O Crédito Agrícola é Parceiro Diamante do “TERRA’26”, o primeiro grande encontro profissional inteiramente dedicado à agricultura regenerativa em Portugal, reforçando o seu posicionamento como parceiro financeiro de referência na transição para uma agricultura mais sustentável, resiliente e competitiva, refere o banco em comunicado de imprensa. |
Transparência autárquica a hesitar
» 2026-09-10
1. “Afirmar a autarquia local como agente da democracia (…) fortalecer o poder local como instância aberta e confiável, pautando o seu funcionamento por critérios éticos de transparência”. Estas palavras, enfatizadas depois na campanha eleitoral, fazem parte do programa de campanha de José Trincão Marques, hoje presidente da Câmara. |
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» 2026-09-07
ASSIM NÃO VAMOS LÁ |
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» 2026-09-11
PSD questiona contrato de publicidade de 10 mil euros no jornal “O Mirante” |
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» 2026-09-10
Transparência autárquica a hesitar |
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» 2026-09-16
MORREU JOSÉ ADRIANO DE JESUS, “ZECA”, VELHA GLÓRIA DO DESPORTIVO |
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» 2026-09-10
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