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Presidente do CRIT em grande entrevista: “Penso que a ideia inicial era criar uma instituição local e não uma casa com a dimensão com a que temos hoje”

Sociedade  »  2018-03-11 

A encerrar as comemorações dos 40 anos do CRIT, o jornal torrejano entrevista o seu presidente, José Faustino

O CRIT cumpriu a sua missão durante 40 anos, certamente como pôde. Durante 40 anos, certamente como pôde. Acha que a comunidade torrejana também respondeu sempre com a devida entrega e cooperação?
A comunidade torrejana tem apoiado muito o CRIT. Basta referir que, neste momento, temos cerca de três mil sócios o que, para um concelho com esta dimensão, é muito bom. E nas actividades que temos organizado, felizmente, sentimos sempre o apoio da comunidade torrejana. Quando falo em comunidade falo de empresas, câmara municipal e juntas de freguesia, e da comunidade em si.
Acredita que esse carinho decorre da própria natureza da instituição?
Acho que sim. O CRIT é uma instituição que nasceu da própria comunidade e que surgiu para apoiar jovens deficientes do concelho. A comunidade envolveu-se muito, ajudou a criar a instituição e até hoje nunca nos abandonou.
Recorde-nos o contexto em que surgiu o CRIT.
O CRIT aparece pouco depois da revolução de 1974, mais concretamente em 1977, por iniciativa de duas pessoas, uma das quais foi presidente durante todos estes anos, Pedro Ferreira (actual presidente da câmara municipal de Torres Novas). A outra pessoa é Mário Jorge Duarte, o sócio número um.
Na altura conheceram uma instituição idêntica, que tinha nascido há pouco tempo, em Tomar, e lembraram-se de criar uma semelhante em Torres Novas. O CRIT foi fundado em 1977 mas apenas iniciou a actividade no ano seguinte com um único serviço, a valência sócio-educativa frequentada por jovens em idade escolar. E foi assim durante vários anos. A pouco e pouco as valências foram aumentando e, ao fim de 40 anos, temos uma dezena a funcionar. E temos também outros projectos a que nos vamos candidatando.
Sendo uma projecção dos torrejanos (que sonharam o CRIT e o ergueram), a obra do CRIT ultrapassou a escala do que se previa há 40 anos, ou é justamente aquilo que se esperava que fosse?
Julgo que ultrapassou. Penso que o que estava na ideia das pessoas, na fase inicial, era criar uma instituição local e não partir para uma casa com a dimensão com a que temos hoje. Foi dado um salto muito grande desde a sua fundação.
O CRIT é uma instituição de ensino especial e de formação, mas ao mesmo tempo é uma pequena ou média empresa à escala local. O carácter da instituição conflitua com as necessidades de uma gestão quase empresarial, ou é uma situação que se revela pacífica?
Somos uma instituição com 115 trabalhadores e que dá apoio a cerca de 500 pessoas por semana. É evidente que, nesta fase, não podemos ter uma gestão caseira ou familiar. Exige-se um pouco mais porque estão em causa muitos postos de trabalho e muitos clientes. Nós dependemos, em grande medida dos subsídios estatais mas, há uma fatia que tem de ser angariada pela própria instituição. Uma das grandes preocupações da direcção é não só o bem-estar dos colaboradores e a qualidade de vida dos nossos utentes mas também a sustentabilidade da instituição.
Qual é a verdadeira dimensão, hoje, da colaboração voluntária e graciosa de cidadãos torrejanos na vida do CRIT? Para além dos que aqui trabalham e gerem a instituição, como profissionais, ainda há muita (ou pouca?) gente a dar o seu tempo em prol do CRIT?
A colaboração voluntária existe desde logo a começar na direcção. Somos cinco elementos efectivos e dois suplentes e todos somos voluntários. Assim determinam os estatutos. A maioria dos restantes órgãos sociais também são titulados por voluntários, tanto no Conselho Fiscal como na Assembleia Geral e, depois, vamos tendo, pontualmente, alguns voluntários, mas não muitos. Porquê? Por que trata-se de uma instituição muito orientada para a deficiência e isso exige uma formação especial e não é qualquer voluntário que pode chegar aqui e fazer o trabalho de um dos nossos colaboradores. Há algumas valências em que isso ocorre, mas não é significativo face ao número de colaboradores que temos.
Exceptuando a Misericórdia, o CRIT será hoje a maior IPSS do concelho. Quem aqui trabalha tem a percepção do peso da instituição na comunidade?
Penso que sim. Os nossos colaboradores têm consciência da missão que tem o CRIT e sabem a responsabilidade que têm face a todos este percurso. Apesar de sermos uma instituição particular de solidariedade social, há uma componente empresarial muito forte pela dimensão que atingimos.
A maioria dos 115 trabalhadores são do concelho de Torres Novas?
Sim, e a maioria dos nossos colaboradores são senhoras.
Neste preciso momento e nesta conjuntura local e nacional, quais são as maiores dificuldades que poderão fazer perigar a vida da instituição, se é que são de algum modo esperadas?
A partir de 2008, o país viveu uma crise económico-financeira muito grande mas, felizmente, nós não a sentimos. Não tivemos a necessidade de despedir colaboradores nem nunca tivemos ordenados em atraso. É verdade que dependemos muito dos subsídios estatais, na ordem dos 85 por cento, o que significa que num orçamento de 2,5 milhões de euros por ano, 15 por cento de receitas próprias ainda representa muito. Temos de gerar cerca de 400 mil euros de receitas próprias. Como é que o fazemos? Através da cobrança de quotas aos sócios e mensalidades suportadas pelas famílias em alguns serviços que prestamos e que não são totalmente subsidiados pelos Estado e há eventos que realizamos para angariação de fundos. Felizmente, não temos tido problemas de maior a nível financeiro.
A crise de que falou foi, a nível nacional, pretexto para se reduzirem orçamentos nos sectores do Estado: justiça, saúde, educação, etc. Instituições como o CRIT não sentiram esses cortes financeiros?
Não se tratou bem de cortes orçamentais mas houve custos que dispararam, por exemplo, com a actualização do salário mínimo nacional. Os subsídios estatais passaram a não cobrir o aumento do encargo que temos com os vencimentos dos colaboradores. Não houve cortes, mas o subsídio passou a ser inferior àquele que tínhamos, em função do aumento dos encargos. Basicamente, foi isso que aconteceu. As valências que estavam protocoladas com a Segurança Social mantiveram-se até hoje.
Há património edificado já antigo. Temo sido possível acorrer às necessárias obras de conservação?
Sim, há sempre investimentos que temos de fazer ao nível da manutenção dos nossos equipamentos e, em cada orçamento, há verbas que são destinadas a isso, na rubrica de investimentos. Por vezes aparecem-nos intervenções com as quais não contávamos, como aconteceu em 2017, com a nossa estação de tratamento e que tivemos de executar. A que tínhamos já tinha alguns anos e estava a chegar ao limite da sua capacidade. Tivemos de investir num novo equipamento, até porque não queríamos ser envolvidos na questão da poluição do rio Almonda. Posso dizer-lhe que, agora, temos uma Etar com o triplo da capacidade que tínhamos anteriormente. Mantemos a antiga e a actual e estamos devidamente licenciados. Só esta obra custou-nos cerca de 20 mil euros.
Quais são os grandes desafios e projectos do CRIT no médio prazo, em termos de resposta social e de criação ou construção de novos equipamentos ou valências?
No ano passado, em 2017, abriram candidaturas para novas respostas sociais e nós apresentámos uma candidatura. No nosso caso, não se trata bem de a uma nova resposta porque na verdade já a temos, mas queríamos alargá-la. Temos na nossa sede, na Avenida do Bom Amor, o Centro de Actividades Ocupacionais (CAO), e candidatámo-nos a um novo CAO, para funcionar no edifício que temos no centro de Torres Novas, na rua Alexandre Herculano. Já lá vão alguns meses e continuamos a aguardar uma resposta. Neste momento não sabemos se vamos ser contemplados. O nosso centro de actividades está na sua capacidade máxima e não podemos alargar mais.
Mas o edifício de que fala, no centro de Torres Novas, tinha outra finalidade.
Sim, esse imóvel foi criado para uma resposta social diferente e que ainda estamos a tentar implementa-la, na área da saúde mental. Ainda não foi possível...
E o que está a dificultar a implementação dessa valência?
A legislação para essa resposta social já deveria ter saído, mas o processo não evoluiu. Aliás, tem estado parado. Foi nomeado há muito pouco tempo uma pessoa para presidir a esse órgão na área da saúde mental e vamos ver se agora as coisas andam finalmente. Temos tentado, mas ainda não conseguimos celebrar o protocolo com a Segurança Social. Provavelmente o Ministério da Saúde também terá de ser envolvido no protocolo.
Trata-se de uma resposta que tem que ver com o serviço de psiquiatria do hospital e Tomar. É isso?
Sim, o edifício foi construído para se implementar o Fórum Sócio-Ocupacional para dar resposta aos doentes desta região, do foro psiquiátrico, e que estão a ser assistidos no serviço do hospital de Tomar. Em vez de terem de caminhar para Tomar, tinham aqui uma resposta para estarem ocupados durante o dia e onde poderiam, inclusivamente, ser consultados pelos médicos, num gabinete próprio. A ideia era essa, mas ainda não a conseguimos concretizar. Ainda não perdemos a esperança e enquanto isso não acontece, o edifício vai estando ocupado com outros fins, com três valências, uma das quais termina no final deste ano. Se o centro de actividades ocupacionais for aprovado, instalamo-lo lá.
Há um outro grande projecto mas que também estão com dificuldades em levá-lo a bom porto, o Lar Residencial em Alcanena. Há novidades?
Esse grande projecto está pendente, com muita pena nossa. Temos um Lar na Quinta da Silvã, com capacidade para 24 pessoas, mas que está lotado e tem uma lista de espera bastante grande. Por isso, em colaboração com a câmara municipal de Alcanena, avançámos com a ideia de construir um outro lar (num edifício localizado junto à escola secundária de Alcanena e cedido pela autarquia) e para o qual há um projecto aprovado.
Estávamos a contar com financiamento comunitário do Portugal 2020 mas, infelizmente, o programa não contempla apoio para novos equipamentos. Apenas apoia remodelações ou ampliação de equipamentos já existentes. Perante isto, ainda procuramos submeter uma candidatura para obras no nosso lar residencial mas, entretanto, saiu um aviso a informar que o programa não apoia remodelações deste tipo de equipamento, o que não se percebe.
Isso quer dizer o quê?
Que não temos financiamento para avançar com a obra. Temos andado em negociações para ver se encontramos alguma alternativa que nos permita concretiza-la. Neste momento não temos qualquer hipótese.
E qual é o valor do investimento?
É de cerca de 500 mil euros. Já se fizeram iniciativas de angariação de fundos mas o valor angariado não é significativo.
Presumo que tenham recebido essa notícia com grande decepção.
É verdade. Neste momento o Lar Residencial em Alcanena é um projecto adiado. Não sabemos bem como vamos resolver isso.
Qual foia ideia em estender os serviços do CRIT para outro concelho, nomeadamente o de Alcanena?
Os utentes das nossas valências não são apenas do concelho de Torres Novas, mas também dos concelhos limítrofes: Alcanena, Pernes (Santarém), Entroncamento, Golegã, Chamusca, Barquinha. Dadas as boas relações com o município de Alcanena, e como houve disponibilidade em nos ser cedido um edifício, decidimos aproveitar a oportunidade para descentralizar os nossos serviços. Élio Batista

 

UMA DEZENA DE VALÊNCIAS...

A valência da Formação e Emprego visa qualificar jovens e adultos com o mínimo de 16 anos, portadores de deficiências mentais ou motoras. Agropecuária, carpintaria, cerâmica e serralharia são alguns dos cursos ministrados. O curso de jardinagem é um dos mais recentes, assim como o de serviços domésticos e o curso de operador de armazenagem também surgiu há pouco tempo “devido ao potencial de emprego”. Esta formação veio substituir o curso de informática. Também o curso de artes gráficas está em vias de ser extinto “porque é uma área que não está com níveis de empregabilidade satisfatórios”, refere Liliana Felício, coordenadora daquela valência.
Segundo adiantou, a instituição está a preparar já a abertura de uma nova formação, na área da cozinha, tendo sido já apresentada uma candidatura para financiamento da mesma. O curso será para iniciar em 2020 e a instituição está já a preparar um espaço devidamente equipado.
Na perspectiva de Liliana Felício, a área da formação e emprego é, de todas as existentes no CRIT, a que permite aos utentes ter uma vida “mais igual à das outras pessoas”. Aposta no desenvolvimento de competências com vista à integração no mercado de trabalho dos utentes. “É onde sentimos que há maior realização pessoal e felicidade, tanto para os alunos como para as famílias.
A responsável adiantou que tem havido um grande desafio, que passa por adaptar e melhorar a formação.
O Centro de Reabilitação Infantil Torrejano tem na sua génese valências que estão orientadas para pessoas deficientes, mas não só. Há equipas multidisciplinares que trabalham no apoio a famílias carenciadas e outras direccionadas para jovens em risco. A mediação familiar ou terapia ocupacional são disso exemplos. E há outros serviços abertos à comunidade, como sejam a hidroterapia, hidroginastica, fisioterapia ou natação para bebés, dos 6 aos 36 meses.

...E UMA DEZENA DE INICIATIVAS

Ao longo do ano de 2017, o CRIT assinalou os seus 40 anos de existência através da realização de quase uma dezena de iniciativas que terminaram no passado dia 16 de Fevereiro, com uma palestra no auditório da biblioteca de Torres Novas. Marta Guimarães Canário, autora do livro “Ser feliz é uma escolha”, foi a protagonista. Para trás tinham ficado outras iniciativas como uma caminhada solidária, a comemoração do dia do colaborador e dia do utente, no qual perto de 200 pessoas sairam de Torres Novas, até Lisboa, onde puderam visitar o Oceanário. Um dia inesquecivel, assegura Margaria Manta Luís.
O tradicional arraial do CRIT fez-se no jardim da Fontinha, quando habitualmente se realiza no pátio da instituição. A forte adesão da população encheu de orgulho a comissão organizadora das comemorações dos 40 anos do CRIT e a terceira Gala Solidária redundou em mais um sucesso. O Teatro Virgínia foi pequeno para acolher tanta gente que se associou ao evento, e que ficou marcado pela apresentação do Hino da instituição, composto por Nuno Barroso.
A visita do Ministro Vieira da Silva constituiu o momento mais solene. O dia foi aproveitado para se fazerem diversas homenagens, aos presidentes das direcções, aos sócios, utentes e funcionários mais antigos. Foi ainda descerrada uma placa na qual estão inscritos os nomes de todas as pessoas que passaram pelos órgãos sociais do CRIT nestes 40 anos, naquela que foi uma forma de homenagear todos os que contribuiriam para o crescimento da instituição.

 

 

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