Presidente da Instituição Financeira de Desenvolvimento falou dos novos produtos a empresários, em Torres Novas
Sociedade » 2015-07-25
A convite da Nersant, o presidente da comissão executiva da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), também conhecido como Banco de Fomento, esteve em Torres Novas para falar aos empresários de pequenas e médios empresas sobre os produtos financeiros que, o próprio, julga estarem disponíveis ainda no último trimestre deste ano.
José Fernando Figueiredo, em funções no IFD desde o início do ano (2 de Janeiro), sublinhou que a instituição que representa ainda está a definir os detalhes dos produtos financeiros que irá colocar à disposição dos empresários e, nesse sentido, tem aproveitado estas sessões públicas que tem feito pelo país para perceber se os mesmos “têm sentido”, afirmando que se não colherem simpatia por parte dos empresários serão retirados ou “afinados”.
O responsável apresentou diversos produtos mas salientou dois como “as bandeiras” do IFD: criação de um fundo especial de capital reversível para capitalização de PMEs e um outro fundo para dar suporte financeiro a processos de sucessão nas empresas familiares. O primeiro destina-se a reforçar o capital social das empresas e o segundo para financiar a compra de quotas de empresas em processos de sucessão.
O IDF é uma instituição recentemente autorizada pelo Banco de Portugal e sujeita a regras impostas pela Comissão Europeia. Serve, essencialmente, para apoiar o desenvolvimento económico, criação de riqueza e emprego ao actuar no financiamento das empresas.
Na opinião de José Fernando Figueiredo, o IFD está a operar ao lado do sistema bancário e vem colmatar falhas de mercado muito significativas, nomeadamente no acesso a financiamento das empresas de pequena e média dimensão.
Neste momento apenas podem aceder aso produtos financeiros do IFD PMEs, ou seja empresas até 249 trabalhadores, mas essa é uma das alterações que o responsável quer ver alteradas, assim como outras normas que, segundo disse, já estavam definidas quando tomou posse. “Não concordo com algumas restrições. Há muitas regras que herdamos quando chegámos e que me têm dado grandes dores de cabeça”, disse ainda, falando na existência de uma espécie de “colete-de-forças” no âmbito do quadro regulamentar por que se rege a Instituição Financeira de Desenvolvimento.
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Presidente da Instituição Financeira de Desenvolvimento falou dos novos produtos a empresários, em Torres Novas
Sociedade » 2015-07-25
A convite da Nersant, o presidente da comissão executiva da Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD), também conhecido como Banco de Fomento, esteve em Torres Novas para falar aos empresários de pequenas e médios empresas sobre os produtos financeiros que, o próprio, julga estarem disponíveis ainda no último trimestre deste ano.
José Fernando Figueiredo, em funções no IFD desde o início do ano (2 de Janeiro), sublinhou que a instituição que representa ainda está a definir os detalhes dos produtos financeiros que irá colocar à disposição dos empresários e, nesse sentido, tem aproveitado estas sessões públicas que tem feito pelo país para perceber se os mesmos “têm sentido”, afirmando que se não colherem simpatia por parte dos empresários serão retirados ou “afinados”.
O responsável apresentou diversos produtos mas salientou dois como “as bandeiras” do IFD: criação de um fundo especial de capital reversível para capitalização de PMEs e um outro fundo para dar suporte financeiro a processos de sucessão nas empresas familiares. O primeiro destina-se a reforçar o capital social das empresas e o segundo para financiar a compra de quotas de empresas em processos de sucessão.
O IDF é uma instituição recentemente autorizada pelo Banco de Portugal e sujeita a regras impostas pela Comissão Europeia. Serve, essencialmente, para apoiar o desenvolvimento económico, criação de riqueza e emprego ao actuar no financiamento das empresas.
Na opinião de José Fernando Figueiredo, o IFD está a operar ao lado do sistema bancário e vem colmatar falhas de mercado muito significativas, nomeadamente no acesso a financiamento das empresas de pequena e média dimensão.
Neste momento apenas podem aceder aso produtos financeiros do IFD PMEs, ou seja empresas até 249 trabalhadores, mas essa é uma das alterações que o responsável quer ver alteradas, assim como outras normas que, segundo disse, já estavam definidas quando tomou posse. “Não concordo com algumas restrições. Há muitas regras que herdamos quando chegámos e que me têm dado grandes dores de cabeça”, disse ainda, falando na existência de uma espécie de “colete-de-forças” no âmbito do quadro regulamentar por que se rege a Instituição Financeira de Desenvolvimento.
Obras do largo do Virgínia já mexem
» 2026-08-05
Depois de paragens, suspensões e polémicas, a obra do Largo do Virgínia parece conhecer alguma movimentação, depois de ter falhado o recomeço, aprazado para o dia 27 de Julho no auto de suspensão dos trabalhos aprovado pela Câmara. |
Piscinas: tanques de verão não abriram em Julho
» 2026-07-31
Ao contrário do vaticínio do presidente da Câmara, ainda não foi desta que os tanques de verão anexos às piscinas municipais de inverno abriram na data esperada. Recorde-se que no início do ano, perante garantias da empresa, Trincão Marques disse que, “de costas ou de barriga” os tanques seriam postos à disposição do público em Junho. |
Obra do largo do Virgínia não recomeçou na data prevista
» 2026-07-30
A obra do largo José Lopes dos Santos, parada desde o início da Abril, pelo menos, estava para reiniciar-se no dia 27 de Julho, mas como documenta a fotografia, de hoje, dia 30, às 9h30, nada se passa no espaço das obras. |
Câmara aceitou suspensão de três meses das obras do largo do Virgínia, paradas desde Abril
» 2026-07-28
Na reunião do executivo municipal de 20 de Julho, a Câmara aprovou uma proposta de “auto de suspensão” dos trabalhos da obra do largo do Virgínia, atendendo a argumentos da empresa até aqui desconhecidos. |
BLOCO DIZ QUE EVENTUAL VINDA DA MERCADONA PREJUDICA COMÉRCIO TRADICIONAL
» 2026-07-26
Em nota de imprensa datada de hoje, 27 de Julho, a concelhia de Torres Novas do Bloco de Esquerda contesta a eventual vinda de uma unidade da Mercadona para o concelho e considera que essa opção vai contra os interesses do comércio tradicional torrejano. |
Rui Serrano reeleito presidente da Nersant
» 2026-07-24
Rui Serrano foi reeleito presidente da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém para o mandato 2026-2028. Concluído o processo eleitoral para os órgãos sociais da associação, os associados renovaram a sua confiança na equipa directiva, dando início a um novo ciclo de governação que terá efeitos a partir de 24 de Julho. |
Biometano: artigo de José António Cerejo, no “Público”, atropela Ferreira e Silva
» 2026-07-20
Um longo artigo-reportagem publicado hoje no “Público”, da autoria de José António Cerejo, um dos mais conceituados jornalistas de investigação portugueses, não deixa pedra sobre pedra em todo o processo relativo à requerida instalação de uma unidade de biogás próximo de Árgea. |
Saúde: ULS Médio Tejo entre os primeiros hospitais europeus a utilizar tecnologia não invasiva para tratamento da dor lombar crónica
» 2026-07-15
A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) realizou três procedimentos inovadores para o tratamento da dor lombar crónica de origem facetária, utilizando o sistema Neurolyser XR, uma tecnologia de última geração baseada em ultrassons focalizados de alta intensidade (HIFU), guiados por fluoroscopia. |
Conselho de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação reuniu-se em Alcanena
» 2026-07-10
O Conselho de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação (CDIEd) reuniu-se no dia 6 de Julho na Escola Secundária de Alcanena para analisar o PEDIME - Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação e preparar a sua execução nos próximos anos. |
ULS Médio Tejo: equipa vai melhorar acessos venosos de utentes com tratamentos prolongados
» 2026-07-08
Equipa coordenada pelo Serviço de Anestesiologia arranca no Hospital de Tomar e será progressivamente alargada às unidades hospitalares de Abrantes e Torres Novas. A nova resposta aposta em formação especializada e tecnologia ecográfica para tornar a colocação de acessos venosos mais segura, precisa e confortável. |