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Futebol: Amarelos viraram a página em Ourém (1-2)

Sociedade  »  2018-02-11 

Campeonato Distrital da 1.ª divisão AFS
Ourém, Campo da Caridade, 11 de Fevereiro de 2018

CA Ouriense: Hélio; Fábio Lúzio, Graça (Afonsos), Tiago, Dino, Leandro, Savá, Patrick, Tiago Lúzio, Major (Matos) e Moleiro; Treinador: Mário Nelson

CD Torres Novas: Galrinho; Timor, Dani, Paz Miguel, Iuri, André Vieira, Ivan, Joel (Marco Carvalho), Ricardi Major, Micael (Soma) e Sudesh (Dias); treinador: Nando Costa

Arbitragem de Mário Vieira, com Miguel Marques e Hugo Parente

O jogo começou bastante confuso, com pontapés à toa e bola pelo ar, tão característico dos campos sintéticos, onde o futebol parece sempre um jogo em quintal de cimento com uma bola de plástico, a milhas do que se passa num relvado natural,mesmo em condições suficientes.

Neste caso de Ourém, deu-se ainda o insólito de não haver qualquer barreira física a separar o rectângulo do lado nascente, onde se encontravam nada mais nada menos que 15 balizas instaladas no espaço relvado contíguo ao campo, ajudando à confusão visual que se esperaria óbvia..

Mas o jogo jogado lá se foi instalando muito a custo e aos 19 minutos o primeiro sinal de perigo foi para o Ouriense, numa situação de grande aflição na área torrejana, com sucessivos remates até Iuri afastar o perigo. O Torres Novas só ao 25 minutos deu um ar da sua graça, com um remate de Ivan, já dentro da área.

Passavam 34 minutos quando, numa jogada quase sem história, Micael disputou a bola a um defesa contrário, com insistência a ganhou e depois de ter galgado três passos pelo corredor direito disparou um remate de arco perfeito, ainda longe da linha da grande área, apanhando Hélio um pouco adiantado. Era o 1-0 e o corolário de alguma tentativa dos visitantes colocarem o rumo da partida a seu favor.

Dois minutos depois Ricardo Major talvez tivesse sentenciado o jogo se aproveitasse uma soberana oportunidade que teve nos pés: lançado pela meia-esquerda em diagonal, isolou-se e teve tempo para perguntar ao guarda-redes para que lado queria a bola e escolher o sítio para encaixar o esférico, mas ficou completamente engadanhado e tudo se resumiu um remate frouxo e sem convicção, ainda assim a rondar o poste da baliza ouriense.

Praticamente na resposta, aos 39 minutos, o Atlético desceu mais uma vez pela esquerda, assistiu-se a uma jogada de insistência dentro da área torrejana, com cabeça para aqui bola para ali, até a redondainha cair aos pés de Savá, que atirou já dentro da pequena área para as redes de Galrinho. Não festejou, o antigo jogador torrejano, deixando a festa do golo para os seus colegas.

Depois do intervalo, o Torres Novas deu mostras de continuar a manter um certo ascendente, embora o Atlético tenha construído, logo de início duas boas oportunidades para virar o resultado. Só que, aos 17 minutos, Iuri executou um dos seus lançamentos laterais que são autênticos cantos, a bola caiu dentro da área ouriense e entre a hesitação da defesa e alguma confusão, Micael encostou o pé e fez o 2-1.

Parecia consumada a vitória torrejana e ela só aconteceu, na verdade, por manifesta sorte. A partir dos 20 minutos, o Atlético empurrou o Torres Novas para o seu meio campo e assistiu-se a meia hora de enorme ascendente ouriense, com inúmeras jogadas de perigo para as redes amarelas e uma boa mão cheia de situações de golo iminente. O Torres Novas não conseguia (ou não queria, não se percebeu bem) sair do seu último reduto, entregando ao Ouriense o comando da partida e oportunidades para, pelo menos, forçar o empate. Mas, em várias ocasiões, o golo e a sorte viraram as costas ao Atlético e o Torres Novas acabou por sair do Campo da Caridade com uma vitória que vem quebrar um ciclo de derrotas deprimentes.

Pelo que fez na última meia hora da segunda parte, o Ouriense merecia o empate, mas o futebol não é feito de justiça. O Torres Novas entregou-se ao jogo com galhardia e fez por merecer a sorte que acabou por ter.

A arbitragem de Mário Vieira foi excelente e contribuiu para que a partida se tivesse desenrolado num clima de calma e harmonia. Um erro ou outro e o inevitável clamor da bancada, não chegam para desmontar uma verdade: as arbitragens do distrital, pelo que temos visto, estão plenamente à altura das exigências e são muitas vezes os atletas que complicam, com truques e picardias, aquilo que deveria ser um jogo leal.

 

 

 

 

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