Trabalhadores da Manutenção Militar fizeram espera a ministro, mas este não apareceu
Sociedade » 2015-04-21
A concentração dos trabalhadores visava “confrontar” Aguiar Branco com as ameaças de despedimento naquela unidade do Exército “de trabalhadores que ao longo de décadas trabalharam com lealdade para o Exército e para o Estado”, asseverou Alexandre Plácido, coordenador do sindicato dos trabalhadores civis das forças armadas, estabelecimentos fabris e empresas.
O responsável sublinhou que está em marcha um plano de extinção de mais de 120 postos de trabalho na Manutenção Militar, 33 dos quais na unidade do Entroncamento (entre os 55 existentes). Esta reestruturação está a acontecer na sequência da extinção da MM por o decreto governamental publicado em Janeiro último, com o objectivo de se criar uma Entidade Pública Empresarial (EPE), de gestão partilhada (público-privada).
“Esperávamos confrontar o ministro da Defesa com esta situação. Como responsável máximo da defesa deve estar a par do que se está a projectar para a nova MM empresarial. Também queríamos saber que tipo de negócios novos vem apresentar ao Ribatejo. Estamos de acordo que a região precisa de novos negócios e mais postos de trabalho, mas já não estamos de acordo se essas novas oportunidades de negócio para as empresas privadas implicar o despedimento de trabalhadores do sector público.
Ainda de acordo com Alexandre Plácido, os critérios utilizados no processo de requalificação dos trabalhadores são dúbios. “Por um lado há postos de trabalho extintos porque não há previsão de, no mapa da nova empresa, estarem previstos. Há ainda o critério da avaliação de desempenho para seleccionar o trabalhadores para as vagas a preencher, mas todos estes critérios são dúbios. Para nós não devia sequer haver extinção de postos de trabalho já que o efectivo actual da Manutenção Militar é insuficiente. Quanto à avaliação de desempenho, também não estamos de acordo porque teria que ter sido feita uma avaliação segundo o SIADAP, que é o sistema do Estado, e nestes estabelecimentos do exército nunca foi feito”.
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Trabalhadores da Manutenção Militar fizeram espera a ministro, mas este não apareceu
Sociedade » 2015-04-21A concentração dos trabalhadores visava “confrontar” Aguiar Branco com as ameaças de despedimento naquela unidade do Exército “de trabalhadores que ao longo de décadas trabalharam com lealdade para o Exército e para o Estado”, asseverou Alexandre Plácido, coordenador do sindicato dos trabalhadores civis das forças armadas, estabelecimentos fabris e empresas.
O responsável sublinhou que está em marcha um plano de extinção de mais de 120 postos de trabalho na Manutenção Militar, 33 dos quais na unidade do Entroncamento (entre os 55 existentes). Esta reestruturação está a acontecer na sequência da extinção da MM por o decreto governamental publicado em Janeiro último, com o objectivo de se criar uma Entidade Pública Empresarial (EPE), de gestão partilhada (público-privada).
“Esperávamos confrontar o ministro da Defesa com esta situação. Como responsável máximo da defesa deve estar a par do que se está a projectar para a nova MM empresarial. Também queríamos saber que tipo de negócios novos vem apresentar ao Ribatejo. Estamos de acordo que a região precisa de novos negócios e mais postos de trabalho, mas já não estamos de acordo se essas novas oportunidades de negócio para as empresas privadas implicar o despedimento de trabalhadores do sector público.
Ainda de acordo com Alexandre Plácido, os critérios utilizados no processo de requalificação dos trabalhadores são dúbios. “Por um lado há postos de trabalho extintos porque não há previsão de, no mapa da nova empresa, estarem previstos. Há ainda o critério da avaliação de desempenho para seleccionar o trabalhadores para as vagas a preencher, mas todos estes critérios são dúbios. Para nós não devia sequer haver extinção de postos de trabalho já que o efectivo actual da Manutenção Militar é insuficiente. Quanto à avaliação de desempenho, também não estamos de acordo porque teria que ter sido feita uma avaliação segundo o SIADAP, que é o sistema do Estado, e nestes estabelecimentos do exército nunca foi feito”.
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Bombeiros Voluntários Torrejanos com posto avançado em Casais da Igreja
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