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CD TORRES NOVAS 4, CD AMIENSE, 4: da goleada ao empate em três tempos

Desporto  »  2020-11-15 

 

Estádio dr. António Alves Vieira, 15 de Novembro

CDTN: Rui; João Alves, André Vieira, Dias (Salgueiro), Tozé, Daniel (Zé), Prates, João Guerreiro (João Rodrigues), Miguel Miguel, Mira (Major) e Lista. Treinador: Pedro Pereira

 

O CD Torres Novas-CD Amiense de hoje era aguardado com alguma expectativa: os “amarelos” tinham mais uma oportunidade de, em casa, tentar a vitória para subir um pouco na tabela, para mais num jogo que oferece sempre motivos de interesse pelo “histórico” dos dois emblemas.

A partida começou bem viva, com os amialeiros a forçar o ataque e os torrejanos a compensar com esforço e garra as suas insuficiências. Os visitantes davam mostras de serem uma equipa mais oleada e com um futebol bem arrumado, com boas trocas de bola e jogadas de desenho mais elaborado.

O CDTN foi respondendo e começou a equilibrar a partida, quebrando esse ímpeto inicial dos forasteiros e a chegar também com algum perigo à zona recuada amiense. E foi na sequência de um canto, à passagem do 15’ que Zé Tó, respondendo de cabeça a um centro tenso, inaugurou o marcador para os da casa. Cinco minutos depois, Miguel Miguel poderia ter aumentado o placard quando, numa fuga pela esquerda, isolado, não conseguiu desfeitear o guardião contrário. Até ao fim da primeira parte o jogo foi repartido, já que o Torres Novas tinha conseguido equilibrar bem a partida e aqui e ali criar situações de domínio.

No segundo tempo o jogo não mudou muito de início, com as duas equipas mobilizadas na procura do golo e foi o Torres Novas a aumentar cedo a vantagem, por Prates, levando a crer que a vitória não fugiria aos “amarelos”. E essa ideia ficou mais clara quando os torrejanos fizeram os 3-0 por Lista, e depois, já por volta dos 80’, os 4-0, por Miguel Miguel. Na verdade, um score exagerado face ao que se passara no jogo, com o Torres Novas afoito mas os amienses sempre na resposta sem se vergarem ao peso dos golos. A questão foi que os amarelos concretizaram as oportunidades que foram aparecendo, enquanto os visitantes, que também as tiveram, não as concretizaram.

Mas o melhor estava guardado para o fim da partida, quando o Amiense, nos minutos finais, reduziu para 4-1. No tempo complementar dado pelo árbitro, os visitantes conseguiram a proeza de facturar mais três vezes, perante algum desnorte e falta de calo dos torrejanos para segurarem a enorme vantagem alcançada e desperdiçada, com golo atrás de golo sofridos nesse tempo suplementar, o que não deixa de constituir uma situação algo inédita.

Com este resultado, o CDTN mantem-se no penúltimo posto, com apenas 3 pontos, mais um que o Moçarriense e menos um que o Riachense, que está no lugar imediato e que nesta jornada foi copiosamente derrotado pelo U.Tomar (7-1), num jogo em que os nabantinos mostraram porque razão querem disputar o título desta época.

NOTA EDITORIAL

Há situações que marcam um dia, um facto, neste caso um jogo. Ainda a partida estava empatada e, num lance sem grande importância (uma bola fora), perante algum sururu sobre de quem era a bola, e depois da fiscal de linha Inês Marques indicar que a reposição era para os amarelos, ouviu-se da bancada central, a plenos pulmões, “cadela do caralho”, impropério saído de uma grupo de rapazes equipados com um dos emblemas. Um balde de água fria para as poucas pessoas presentes, uma situação que deveria ter motivado a expulsão imediata, para fora do estádio, do grupo de onde saiu este comportamento aberrante e criminalmente substantivo. Enquanto houver um único comportamento assim, durante um jogo de futebol e dentro de um estádio, deixa de fazer sentido o que se passa no relvado, deixa de fazer sentido o empenhamento dos jogadores, o trabalho dos árbitros, o esforço de dirigentes, a presença de público.

 

 

 

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