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"Crise do BES e caso Sócrates prejudicaram captação de investimento estrangeiro", diz José Eduardo Carvalho

Sociedade  »  2015-01-30 

"Crescer para expandir" foi o tema do seminário que decorreu no dia 22, no auditório da Nersant, em Torres Novas, e que pretendeu dar a conhecer aos cerca de 200 empresários presentes oportunidades de negócio e de financiamento à inovação e internacionalização nos mercados de Angola, Brasil e Cabo Verde. Mas, neste seminário empresarial também se falou de outras questões.

Mira Amaral, presidente e fundador do Banco BIC, participou neste evento para fazer uma abordagem à abrangência do BIC em Angola, Brasil e Cabo Verde, mas acabou por ser desafiado a responder a algumas questões levantadas pelos dirigentes associativos que falaram em primeiro lugar.

José Eduardo Carvalho, presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), deixou no ar diversas interrogações e incertezas acerca do nível de competitividade do país e considerou mesmo que a crise no BES e a detenção de José Sócrates devido à suspeita de crimes de corrupção e branqueamento de capitais, prejudicaram a confiança que o país tinha vindo a conquistar e contribuíram para o afastamento do interesse de investidores no país. Uma machadada para a economia portuguesa, considerou o ex-presidente da Nersant, que defende que a retoma da economia portuguesa está dependente do nível de investimento estrangeiro no país.

Mira Amaral discordou desta análise: ”Não acho que o caso BES seja factor de inibição do investimento directo em Portugal. A burocracia do Estado português tem muito mais consequências e é com estas questões que nos devemos preocupar”, rematou.

José Eduardo Carvalho também se mostrou preocupado com a crise e com a falta de soluções. ”Com 30 mil empresas a fechar por ano, com uma taxa de desemprego de 16 por cento e com uma dívida pública que ultrapassa os 120 por cento do PIB, não sei como vamos sair da crise. Só uma revolução na atitude das empresas e uma nova ordem nos livra do segundo resgate. Gosto de ser positivo, mas neste momento não tenho indicações para o ser” concluiu.

Também Domingos Chambel, vice-presidente da Nersant, traçou um cenário negativo, mostrando-se preocupado com a diminuição da concessão de crédito à economia bem como com a introdução, pelo Governo, de medidas burocráticas para as empresas que vieram complicar o seu funcionamento e produtividade.

”Todos os dias sai nova legislação que obriga a uma constante alteração à forma de gestão das empresas e isso é insuportável. Todos os ministérios querem brilhar e mostrar ao primeiro-ministro que essas medidas valem a pena, mas ele (o primeiro-ministro) nem tem tempo para conhecer o impactos das medidas na economia”, retorquiu.

A realização deste seminário inseriu-se na dinamização dos seminários empresariais ”Crescer para expandir”, iniciativa da AIP com a parceria do Banco BIC e da SPI. A Nersant foi parceira da iniciativa na dinamização da sessão no Ribatejo.

 

 

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