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Paulo Ganhão Simões, presidente da Junta de Pedrógão: “Só se consegue tentar reverter a desertificação com mais investimento público”

Sociedade  »  2024-03-21 

Diz que é uma pessoa diferente após esta já longa carreira de autarca e que também ficou com uma percepção mais rica do que é o território da sua freguesia. Considera que contribuiu para mitigar antigos antagonismos, faz um balanço positivo da sua acção, mas ainda tem projectos por finalizar, entre eles uma melhor ligação à sede do concelho. Entrevista de Inês Vidal.

 1 – Em 2021, dizia que o mandato anterior tinha tido “um sabor agridoce entre as conquistas e as frustrações”. Agora que este caminha para o fim, são mais as agruras ou as conquistas?

É uma boa questão. No fundo, o que sempre procurámos foi dotar a freguesia de melhores condições para, em comunidade, vivermos melhor e sermos mais felizes, sabendo que nem sempre se consegue o que se quer. Também costumo dizer que ser presidente de junta é um exercício de permanente frustração, e no entanto sinto-me confortável com o que foi sendo feito ao longo destes anos. Como a questão me é dirigida, respondo que são mais as conquistas que as frustrações, apesar de saber que nestas coisas a opinião que verdadeiramente conta não é a minha, mas sim a da população da freguesia de Pedrógão.

 2 – Do ponto de vista pessoal, que significado teve para a sua vida este trajecto de 12 anos à frente dos destinos da autarquia?

Em boa verdade, ainda faltam um ano e 8 meses para completar esse ciclo de 12 anos. Mas do ponto de vista pessoal, este percurso é, naturalmente, muito importante. É uma marca profunda que ficará para sempre na minha vida e, também, na vida da minha família. Estes anos de permanente compromisso e exposição pública abarcam aspectos que afectam toda a vida familiar e não são fáceis. Diria até que são bastante exigentes. É necessária toda uma adaptação e aprendizagem, ou se quisermos, toda uma certa construção individual para aprendermos a conviver com essa condição. Mas quero realçar que no cômputo geral faço um balanço muito positivo por tanto que esta experiência me tem dado e pelo muito que intrinsecamente me transformou.

3 – Depois desta experiência, o que mudou na perspetiva de olhar e sentir a sua terra?

Diria que mudou em dois aspectos fundamentais. Sou hoje uma pessoa que tem uma opinião formada e estruturada acerca de muitos aspectos da nossa vida comum, que antes não tinha. Sou também uma pessoa que olha o território da freguesia de uma forma mais ampla. Acredito e defendo que as cinco aldeias que compõem o nosso território têm muito a ganhar quando interagem e partilham experiências. E deve, por isso, ser feito um esforço assumido e continuado que promova essa partilha e interacção.

4 – Gere uma freguesia grande em território, com uma terra histórica durante séculos, Alqueidão, outra que ascendeu à supremacia há 150 anos. Subsistem ainda sinais desse antagonismo? Como tem lidado com eles?

Com toda a sinceridade, se há coisa positiva que me merece destaque e se pode considerar uma efectiva transformação social é o esbater desse antagonismo que refere, que é particularmente visível nos últimos anos. Pessoalmente, fiz sempre de forma consciente um esforço para que da junta de freguesia o tratamento de qualquer assunto fosse absolutamente equidistante desses antagonismos e preconceitos de outros tempos. Nesse sentido, sinto-me sinceramente reconhecido por isso, não só no Alqueidão mas em todos os lugares da freguesia e quero acreditar que fui, também eu, um contributo positivo para essa transformação.

 5 – Em cada terra da freguesia, Pedrógão, Alqueidão, Adofreire, Casais Martanes e Vale da Serra, o que conseguiu fazer que deixa uma marca da sua gestão?

A marca mais significativa e aquela a que mais energia dediquei foi sem dúvida as pavimentações. Foram acrescentados, em toda a extensão da freguesia, com impacto em todas as localidades, cerca de 10km de pavimentações novas em caminhos e arruamentos onde anteriormente existia apenas terra batida. Para se ter uma ideia, viviam nessas condições cerca de 200 pessoas (em perto de 60 habitações), e neste momento não existe uma única habitação que não tenha uma estrada pavimentada à porta. A melhoria da qualidade de vida de tanta gente por essa via é evidente.

No entanto, ao longo destes anos fomos também promovendo restauros e beneficiações em muitos locais, como a Fonte de Adofreire, a Fonte de Alqueidão, os cemitérios da freguesia, ou a tão necessária beneficiação do edifício sede da junta. E foi ainda acrescentado muito património: o estábulo de Casal João Dias (que nos permite actualmente obter um rendimento anual de 5.500 euros), o parque infantil de Pedrógão e o parque infantil de Vale da Serra (note-se que a freguesia não tinha um baloiço ou um escorrega público fazia mais de 20 anos), o parque do miradouro do Outeiro Mourão (para o qual já temos o projecto e a verba necessária e, por isso, vamos fazer em 2024), o Poço do Areal, o Multibanco ou a reabilitação do edifício da antiga Telescola.

Apesar de tudo, talvez a marca mais distintiva destes anos seja aquilo que muitas vezes passa mais despercebido, ou seja, a gestão diária, a manutenção do espaço público e a forma como vamos sentindo e atendendo aos momentos de maior importância comunitária para que tudo esteja no seu melhor, a disponibilidade para ouvir todos que nos solicitem ajuda ou ainda a ligação às associações, no apoio às suas atividades.

 6 – Como acha que se resolve a questão de as freguesias citadinas beneficiarem da ação camarária no âmbito da gestão da cidade, em desfavor das freguesias não citadinas, onde a Câmara não atua com a mesma igualdade de meios?

Sinceramente, não gosto de colocar a questão nesses termos. A cidade também é nossa e, por isso, também eu quero ter uma cidade de qualidade. O que eu quero, e em boa verdade no passado isso muitas vezes não aconteceu, é que nos seja dada a atenção devida, que as nossas reivindicações, porque justas, sejam ouvidas e tidas em conta, e sobretudo, que o nível de investimento municipal na nossa freguesia seja contínuo e proporcionalmente justo.

 7 – Continuam a existir sinais de descontentamento das populações das áreas não citadinas face à ação, mais próxima da Câmara, na cidade?

Sempre houve e haverá. É uma condição normal. Ao nível nacional queixamo-nos do centralismo de Lisboa. Quando descemos para o patamar municipal queixamo-nos da cidade. Porventura, se perguntar ao nível da freguesia, também ouvirá queixas do centralismo da sede de freguesia face às outras localidades. Com toda a honestidade, na responsabilidade que me cabe, procuro ser instrumento de correcção dessas percepções com acções concretas e não só com palavras, mas não dou importância em demasia a esse tema.

 8 – Granjeou uma experiência de quase 12 anos à frente da Junta. Que acções ou obras, da competência estrita das juntas, considera de assinalar ao longo deste tempo destes seus mandatos?

Como já mencionei anteriormente as mais importantes, é melhor não me repetir. No entanto, e porque não falei nisso, é importante destacar que as obras mais significativas e que representam os investimentos mais avultados nos últimos anos têm que ver com o saneamento e o abastecimento de água. Esgotos que correram a céu aberto durante 30 anos, são hoje devidamente encaminhados e tratados. E onde não havia saneamento, a rede estendeu-se, perfazendo uma cobertura actual na freguesia da ordem dos 95%. A qualidade de vida das populações melhorou substancialmente por conta desses investimentos e há que reconhecê-lo.

 9 - A filarmónica acaba por ser a bandeira da freguesia e a sua colectividade mais agregadora: há estratégia de médio prazo para conseguir que os jovens continuem a querer ser músicos e não abandonem a filarmónica quando vão para a universidade?

A SFUP é sem dúvida uma das mais belas bandeiras da freguesia de Pedrógão. E o trabalho desenvolvido, sobretudo nos anos mais recentes, tem sido notável e digno de todos os elogios. Felizmente que a direcção, encabeçada por Nuno Carapau, tem sabido com mestria cativar os mais jovens para a escola de música e o futuro parece promissor, inclusivamente com novos projectos, como é o coro inter-geracional “Vozes de Aire”. Mas deixe que fale também, só a título de exemplo, mas por uma questão de justiça, de outras belas bandeiras da freguesia, como são a SRA de Alqueidão que tem a sua face mais visível nas provas de motocross, e pela mão da direcção presidida pelo João Pereira tem elevado nos últimos anos o patamar, inclusivamente com provas de caráter internacional; ou a CFDLP de Pedrógão que, com Pedro Mourão como presidente da direcção, conta actualmente com mais de 120 jovens a praticar desporto, entre triatlo e voleibol feminino. Só para juntar aqui mais dois exemplos porque felizmente ainda temos mais.

10 - Nos dois últimos censos verifica-se que a freguesia continua a perder população. Tem explicação para isso, para além da causa comum, uma taxa de natalidade reduzida transversal ao concelho e ao país?

Apesar de este não ser um fenómeno exclusivo de Torres Novas, foi no passado estratégia municipal, mais ou menos assumida, fazer crescer a cidade para, no contexto regional, Torres Novas ganhar dimensão e poder assumir um papel de maior relevância. Hoje é evidente que essa estratégia deu frutos. Mas o que é também facilmente verificável é que a cidade cresceu sobretudo à custa das aldeias do concelho. Temos alguns problemas relacionados com a desertificação das aldeias e o denominado abandono do mundo rural em favor das cidades, e esse não é um cenário fácil de reverter. O que espero é que da parte dos executivos municipais continue a haver um volume de investimento sólido e consistente nas freguesias rurais, nomeadamente na freguesia de Pedrógão, para que se consiga, pelo menos, estancar a perda de população de que fala. Uma coisa é certa: só se consegue tentar reverter essa condição com mais investimento público. Disso não tenho dúvidas. E ao nível da freguesia, a capacidade fica-se por meras e humildes medidas simbólicas como são, por exemplo, os “incentivos à natalidade” que temos em vigor desde o mandato anterior.

11 - A instalação do Centro Escolar na sede da freguesia não logrou produzir efeitos multiplicadores mínimos na pequena economia local. Que razões encontra para isso?

O facto de Pedrógão, que é uma aldeia que até tem perdido população, manter ao dia de hoje 3 mercearias, 1 talho (com venda semanal à 6ª-feira e ao sábado), 2 cafés e 1 restaurante, talvez contradiga um pouco a sua questão. Não tenho números para aferir de modo oficial o impacto do CESA na economia local, mas acredito que sendo maior ou menor, não deixa de ter algum impacto positivo. Num olhar estritamente pessoal, constato que me cruzo muitas vezes com pessoas que não são exclusivamente residentes de Pedrógão em todos estes estabelecimentos do nosso comércio local. Mas é apenas uma intuição. Porventura, os resultados serão ainda mais visíveis no médio prazo com o estreitamento de laços entre tantas crianças que serão os adultos de amanhã e que terão em Pedrógão ligações afetivas fortes e duradouras.

 12 – Que obra, equipamento ou ação ainda não conseguiu concretizar, mas gostaria de o ter feito?

Gostaria de, no futuro, ver uma pista pedonal e ciclável a ligar Pedrógão a Torres Novas. Ou dito de outra forma, a ligar a cidade a esse grande monumento natural e ex-líbris do concelho que é a majestosa Serra de Aire. Sinto que o concelho apreciaria e, mais do que isso, merecia essa grande obra.

Aqui em Pedrógão gostaria de ter conseguido fazer uma cobertura permanente no recinto das festas na rua do vale e gostaria que fosse possível construir um grande pavilhão desportivo multiusos no rinque, junto ao Centro Escolar. Seriam duas obras muito necessárias e muito merecidas também.

Sinceramente, pelos passos que têm sido dados, acredito convictamente que estão hoje reunidas melhores condições para que estas ideias venham, no médio prazo, a ser possíveis de concretizar.

 13 – Tendo deixado de haver economia rural nas aldeias do concelho, que hoje não passam de dormitórios, lugares onde não há mais que um café, na maior parte dos casos, como acha que se poderia travar o despovoamento das aldeias e travar um processo até agora imparável?

Como referi, só se consegue estancar esse movimento com mais investimento de forma sólida e consistente. Se tivermos mais e melhores equipamentos e mais e melhores serviços públicos com maior proximidade, essa atracção pelas cidades vai-se esbatendo. Se não estivermos dispostos a investir continuadamente e de forma estratégica no desenvolvimento do meio rural, a perda continuada de população é uma triste fatalidade. Melhores transportes públicos, melhores condições de acesso à saúde ou maior facilidade de acesso à cultura por parte da população idosa, são exemplos de onde se pode investir mais para contrariar esse processo de erosão.

 14 – A pouco mais de ano e meio do termo do seu mandato, e uma vez que não poderá recandidatar-se, o que pensa ainda poder concretizar na sua freguesia?

Vamos fazer o parque do miradouro do Outeiro Mourão e gostaria ainda de conseguir concretizar a ampliação do cemitério de Alqueidão. Esperamos brevemente ter reunidas as condições necessárias para esse intento. Como grande obra de encerramento de mandato, apesar de não ser da nossa responsabilidade directa, espero ainda ver concretizada uma das nossas maiores reivindicações: a requalificação integral da ligação Pedrógão - Lapas, que no fundo representa a ligação da freguesia de Pedrógão à sede de concelho. É uma grande obra, muito necessária, que espero sinceramente ainda ver concretizada no próximo ano e meio. Inês Vidal

 

 

 

 

 

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