Trabalhadores da Manutenção Militar do Entroncamento fizeram espera a ministro mas este não apareceu
Sociedade » 2015-04-24
A concentração dos trabalhadores visava ”confrontar” Aguiar Branco com as ameaças de despedimento, naquela unidade do Exército, ”de trabalhadores que ao longo de décadas trabalharam com lealdade para o Exército e para o Estado”, asseverou Alexandre Plácido, coordenador do sindicato dos trabalhadores civis das forças armadas, estabelecimentos fabris e empresas.
O responsável sublinhou que está em marcha um plano de extinção de mais de 120 postos de trabalho na Manutenção Militar, 33 dos quais na unidade do Entroncamento (entre os 55 existentes). Esta reestruturação está a acontecer na sequência da extinção da MM pelo decreto governamental publicado em Janeiro último, com o objectivo de se criar uma Entidade Pública Empresarial (EPE) de gestão partilhada (público-privada).
”Esperávamos confrontar o ministro da Defesa com esta situação. Como responsável máximo da defesa, deve estar a par do que se está a projectar para a nova MM empresarial. Também queríamos saber que tipo de negócios novos vem apresentar ao Ribatejo. Estamos de acordo que a região precisa de novos negócios e mais postos de trabalho, mas já não estamos de acordo se essas novas oportunidades de negócio para as empresas privadas implicarem o despedimento de trabalhadores do sector público”.
Ainda de acordo com Alexandre Plácido, os critérios utilizados no processo de requalificação dos trabalhadores são dúbios. ”Por um lado, há postos de trabalho extintos porque não há previsão de, no mapa da nova empresa, estejam previstos. Há ainda o critério da avaliação de desempenho para seleccionar o trabalhadores para as vagas a preencher, mas todos estes critérios são dúbios. Para nós não devia sequer haver extinção de postos de trabalho, já que o efectivo actual da Manutenção Militar é insuficiente. Quanto à avaliação de desempenho, também não estamos de acordo porque teria que ter sido feita uma avaliação segundo o SIADAP, que é o sistema do Estado, e nestes estabelecimentos do exército nunca foi feito”.
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Trabalhadores da Manutenção Militar do Entroncamento fizeram espera a ministro mas este não apareceu
Sociedade » 2015-04-24
A concentração dos trabalhadores visava ”confrontar” Aguiar Branco com as ameaças de despedimento, naquela unidade do Exército, ”de trabalhadores que ao longo de décadas trabalharam com lealdade para o Exército e para o Estado”, asseverou Alexandre Plácido, coordenador do sindicato dos trabalhadores civis das forças armadas, estabelecimentos fabris e empresas.
O responsável sublinhou que está em marcha um plano de extinção de mais de 120 postos de trabalho na Manutenção Militar, 33 dos quais na unidade do Entroncamento (entre os 55 existentes). Esta reestruturação está a acontecer na sequência da extinção da MM pelo decreto governamental publicado em Janeiro último, com o objectivo de se criar uma Entidade Pública Empresarial (EPE) de gestão partilhada (público-privada).
”Esperávamos confrontar o ministro da Defesa com esta situação. Como responsável máximo da defesa, deve estar a par do que se está a projectar para a nova MM empresarial. Também queríamos saber que tipo de negócios novos vem apresentar ao Ribatejo. Estamos de acordo que a região precisa de novos negócios e mais postos de trabalho, mas já não estamos de acordo se essas novas oportunidades de negócio para as empresas privadas implicarem o despedimento de trabalhadores do sector público”.
Ainda de acordo com Alexandre Plácido, os critérios utilizados no processo de requalificação dos trabalhadores são dúbios. ”Por um lado, há postos de trabalho extintos porque não há previsão de, no mapa da nova empresa, estejam previstos. Há ainda o critério da avaliação de desempenho para seleccionar o trabalhadores para as vagas a preencher, mas todos estes critérios são dúbios. Para nós não devia sequer haver extinção de postos de trabalho, já que o efectivo actual da Manutenção Militar é insuficiente. Quanto à avaliação de desempenho, também não estamos de acordo porque teria que ter sido feita uma avaliação segundo o SIADAP, que é o sistema do Estado, e nestes estabelecimentos do exército nunca foi feito”.
Obras do largo do Virgínia já mexem
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Depois de paragens, suspensões e polémicas, a obra do Largo do Virgínia parece conhecer alguma movimentação, depois de ter falhado o recomeço, aprazado para o dia 27 de Julho no auto de suspensão dos trabalhos aprovado pela Câmara. |
Piscinas: tanques de verão não abriram em Julho
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Ao contrário do vaticínio do presidente da Câmara, ainda não foi desta que os tanques de verão anexos às piscinas municipais de inverno abriram na data esperada. Recorde-se que no início do ano, perante garantias da empresa, Trincão Marques disse que, “de costas ou de barriga” os tanques seriam postos à disposição do público em Junho. |
Obra do largo do Virgínia não recomeçou na data prevista
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A obra do largo José Lopes dos Santos, parada desde o início da Abril, pelo menos, estava para reiniciar-se no dia 27 de Julho, mas como documenta a fotografia, de hoje, dia 30, às 9h30, nada se passa no espaço das obras. |
Câmara aceitou suspensão de três meses das obras do largo do Virgínia, paradas desde Abril
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Na reunião do executivo municipal de 20 de Julho, a Câmara aprovou uma proposta de “auto de suspensão” dos trabalhos da obra do largo do Virgínia, atendendo a argumentos da empresa até aqui desconhecidos. |
BLOCO DIZ QUE EVENTUAL VINDA DA MERCADONA PREJUDICA COMÉRCIO TRADICIONAL
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Em nota de imprensa datada de hoje, 27 de Julho, a concelhia de Torres Novas do Bloco de Esquerda contesta a eventual vinda de uma unidade da Mercadona para o concelho e considera que essa opção vai contra os interesses do comércio tradicional torrejano. |
Rui Serrano reeleito presidente da Nersant
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Rui Serrano foi reeleito presidente da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém para o mandato 2026-2028. Concluído o processo eleitoral para os órgãos sociais da associação, os associados renovaram a sua confiança na equipa directiva, dando início a um novo ciclo de governação que terá efeitos a partir de 24 de Julho. |
Biometano: artigo de José António Cerejo, no “Público”, atropela Ferreira e Silva
» 2026-07-20
Um longo artigo-reportagem publicado hoje no “Público”, da autoria de José António Cerejo, um dos mais conceituados jornalistas de investigação portugueses, não deixa pedra sobre pedra em todo o processo relativo à requerida instalação de uma unidade de biogás próximo de Árgea. |
Saúde: ULS Médio Tejo entre os primeiros hospitais europeus a utilizar tecnologia não invasiva para tratamento da dor lombar crónica
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A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) realizou três procedimentos inovadores para o tratamento da dor lombar crónica de origem facetária, utilizando o sistema Neurolyser XR, uma tecnologia de última geração baseada em ultrassons focalizados de alta intensidade (HIFU), guiados por fluoroscopia. |
Conselho de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação reuniu-se em Alcanena
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ULS Médio Tejo: equipa vai melhorar acessos venosos de utentes com tratamentos prolongados
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