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Compreender e prevenir as alergias

Opinião  »  2017-05-04  »  Juvenal Silva

"Cada vez é maior o número de pessoas que apresentam respostas de tipo alérgico a determinados produtos do ambiente"

As alergias são reações anormais do nosso sistema imunitário a substâncias proteicas estranhas ao organismo.
Qualquer substância estranha de natureza proteica é normalmente identificada pelo nosso sistema de defesa e, a partir desse momento, controlada na maioria das vezes.
Às vezes, o controlo é excessivo e a resposta do organismo é exagerada relativamente à ameaça, podendo observar-se sintomas de reação alérgica constituídas por manifestações cutâneas, respiratórias, circulatórias ou de outras naturezas, com maior ou menor gravidade. As doenças mais comuns são eczema, urticária, rinite alérgica, asma, diarreias e, nos casos muito graves, sufocação por edema na garganta ou paragem do sistema cardio-respiratório.
Os produtos que provocam esta resposta alérgica podem ser muito variados, nomeadamente alimentos, partículas em suspensão no ar, pólen, pêlos de animais, medicamentos químicos, ácaros, veneno de insetos etc. São designados por alergénicos.
Cada vez é maior o número de pessoas que apresentam respostas de tipo alérgico a determinados produtos do ambiente, mesmo nos países mais protegidos.
A rinite alérgica é, provavelmente, a que mais se manifesta, desde a população infantil até à população adulta, cuja manifestação mais famosa é a febre dos fenos.
A rinite alérgica é designada por febre dos fenos, por se manifestar normalmente nos meses de Maio e Junho. Esta afeção inflamatória da mucosa do nariz carateriza-se por uma obstrução nasal moderada com corrimento quase permanente, espirros e pruridos. Quando é mais severa e persistente, poderá provocar perturbações do sono e ser bastante incomodativa, provocando diminuição das atividades quotidianas, sejam escolares, profissionais ou desportivas.
As partículas de pólen que invadem o ar e que respiramos em todas as estações do ano, são os alergénicos responsáveis pelo aparecimento destas alergias.
Os poluentes industriais modificam a proporção em água do muco respiratório e diminuem assim, o nível de sensibilidade aos alergénicos, aumentando a permeabilidade à sua penetração.
Por outro lado, as partículas do diesel, provocadas pela combustão do gasóleo, tornam o sistema imunitário mais sensível aos alergénicos. A poluição ambiental desempenha um agravante relativamente aos mecanismos naturais da alergia.
As alergias aos ácaros são alergias respiratórias do tipo de tosses espasmódicas, rinites e até asma. Os ácaros são minúsculos insetos microscópicos, ou seja, invisíveis a olho nu, que pululam no nosso ambiente. Calcula-se que haja cerca de 500.000 espécies de ácaros diferentes e que proliferam no pó doméstico do interior das casas. Alimentam-se de resíduos da pele humana, sendo eliminados principalmente na cama, por toda a casa pelas correntes de ar e de fungos microscópicos. Multiplicam-se rapidamente e desenvolvem-se nos produtos têxteis, colchas, tapetes, cortinas, tapeçarias, mobílias estofadas, ambiente quente e húmido. Eliminá-los é praticamente impossível, mas um bom aspirador é ajuda muito preciosa por ajudar a eliminar e impedir a sua multiplicação.
A Nutriterapia é um fator de relevo para boa harmonização do sistema imunitário e método preventivo, pelo que é importante a ingestão de antioxidantes ricos em vitaminas A, C, E, e oligoelementos como selénio, ferro, manganésio, cobre e zinco, assim como magnésio pela sua ação sobre o funcionamento muscular e o cálcio que desempenha um papel fundamental de mensageiro intracelular.

 

 

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