Pois
Opinião
» 2014-09-25
» Carlos Tomé
Pois.
Olha para isto. É só gaitas e mais gaitas. Coisas da Câmara e bonecos com riscos mal amanhados com piadas ordinárias e comunas, opiniões de gajos mal afamados, escritos contra o governo que eles estão fartos de apanhar porrada mas foram eleitos pelo povo e até estão a fazer um trabalho que era preciso há muito tempo, acabar com esses calaceiros que não fazem nada e vivem à nossa custa e sempre viveram acima das suas possibilidades. Não é homem?
Pois.
Andam estes gajos há 20 anos a dizer mal do homem, que foi o único presidente de jeito que a gente teve, a tentar acabar com ele, a gritarem cobras e lagartos, coitado do homem nem podia mijar fora do penico que os gajos vinham logo apontá-lo a dedo. E olha que não houve uma vez que dissessem bem dele, eu já não queria que o propusessem para o nome de uma rua porque não era caso para isso, mas ao menos que lhe passassem a mão pelo lombo. Ao menos que dissessem as coisas boas que ele fez. Agora foi sempre a deitar abaixo que até me complicava os nervos. Pois se o homem até fez o seu dever, claro que já se sabe que os da oposição estavam lá para o contrariar que isso é mesmo assim porque esses só sabem dizer mal, nem sequer tinham categoria para gerir um curral de vacas quanto mais uma Câmara com centenas de pessoas à espera do ordenado ao fim do mês. Havia de ser bonito ver os comunas a tomar conta disto. Ficava tudo a pão e água que era uma beleza. E os do jornal aí é que eles aplaudiam. Nessa altura já diziam bem que eu bem os conheço. São todos da mesma laia. Não é homem?
Pois.
Então mas admite-se lá que nestes anos todos eles não tenham entrevistado aquela malta que deu o corpo ao manifesto estes anos todos, não queriam ouvir as verdades, não era? Bom mas também não entrevistaram os outros da oposição e olha que do PSD passaram por lá mais de uma cabazada deles que eu já nem me lembro dos nomes. Bem fez aquele pessoal que não esteve cá com merdas, ah não dizem a verdade então não vai para lá nem um chavo em publicidade que hão-de sofrer até ficarem mirradinhos de todo que é para verem como elas mordem. E o dinheirito nem que seja umas moedas, nesta coisa dos jornais pobretanas, deve fazer muita falta. Não é homem?
Pois.
E quanto a informações lá da Câmara está quieto, nem abrimos o bico que é para eles não poderem dizer nada, nem bem nem mal. E assim mesmo é que é. Dizem que os da Câmara só têm olhos para o jornal da paróquia que é mais democrático e isento, como eles dizem, ao menos esse publica tudo o que seja a favor da terra, não há inauguração de chafarica que não dê direito a um relambório de fazer tremer o macho, só reportagens com os de lá foram mais de trinta e todas repimpadas que a gente até ficava arrelampada com a coisa. Nem sabia que a nossa terreola pudesse crescer tanto. Obras eram aos molhos e apareciam milhões às sacadas. Era só dar um pontapé numa pedra da calçada e aparecia logo um saco de linhagem cheio de notas. Isso é que eram bons tempos. Lembras-te da azáfama que ia por este concelho fora? Eram gruas por todo o lado. Mas disso estes não falam. Obrigado, não lhes convém. Ó homem passa-me aí mas é o Almonda para ver quem morreu esta semana.
Pois.
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Pois
Opinião
» 2014-09-25
» Carlos Tomé
Pois.
Olha para isto. É só gaitas e mais gaitas. Coisas da Câmara e bonecos com riscos mal amanhados com piadas ordinárias e comunas, opiniões de gajos mal afamados, escritos contra o governo que eles estão fartos de apanhar porrada mas foram eleitos pelo povo e até estão a fazer um trabalho que era preciso há muito tempo, acabar com esses calaceiros que não fazem nada e vivem à nossa custa e sempre viveram acima das suas possibilidades. Não é homem?
Pois.
Andam estes gajos há 20 anos a dizer mal do homem, que foi o único presidente de jeito que a gente teve, a tentar acabar com ele, a gritarem cobras e lagartos, coitado do homem nem podia mijar fora do penico que os gajos vinham logo apontá-lo a dedo. E olha que não houve uma vez que dissessem bem dele, eu já não queria que o propusessem para o nome de uma rua porque não era caso para isso, mas ao menos que lhe passassem a mão pelo lombo. Ao menos que dissessem as coisas boas que ele fez. Agora foi sempre a deitar abaixo que até me complicava os nervos. Pois se o homem até fez o seu dever, claro que já se sabe que os da oposição estavam lá para o contrariar que isso é mesmo assim porque esses só sabem dizer mal, nem sequer tinham categoria para gerir um curral de vacas quanto mais uma Câmara com centenas de pessoas à espera do ordenado ao fim do mês. Havia de ser bonito ver os comunas a tomar conta disto. Ficava tudo a pão e água que era uma beleza. E os do jornal aí é que eles aplaudiam. Nessa altura já diziam bem que eu bem os conheço. São todos da mesma laia. Não é homem?
Pois.
Então mas admite-se lá que nestes anos todos eles não tenham entrevistado aquela malta que deu o corpo ao manifesto estes anos todos, não queriam ouvir as verdades, não era? Bom mas também não entrevistaram os outros da oposição e olha que do PSD passaram por lá mais de uma cabazada deles que eu já nem me lembro dos nomes. Bem fez aquele pessoal que não esteve cá com merdas, ah não dizem a verdade então não vai para lá nem um chavo em publicidade que hão-de sofrer até ficarem mirradinhos de todo que é para verem como elas mordem. E o dinheirito nem que seja umas moedas, nesta coisa dos jornais pobretanas, deve fazer muita falta. Não é homem?
Pois.
E quanto a informações lá da Câmara está quieto, nem abrimos o bico que é para eles não poderem dizer nada, nem bem nem mal. E assim mesmo é que é. Dizem que os da Câmara só têm olhos para o jornal da paróquia que é mais democrático e isento, como eles dizem, ao menos esse publica tudo o que seja a favor da terra, não há inauguração de chafarica que não dê direito a um relambório de fazer tremer o macho, só reportagens com os de lá foram mais de trinta e todas repimpadas que a gente até ficava arrelampada com a coisa. Nem sabia que a nossa terreola pudesse crescer tanto. Obras eram aos molhos e apareciam milhões às sacadas. Era só dar um pontapé numa pedra da calçada e aparecia logo um saco de linhagem cheio de notas. Isso é que eram bons tempos. Lembras-te da azáfama que ia por este concelho fora? Eram gruas por todo o lado. Mas disso estes não falam. Obrigado, não lhes convém. Ó homem passa-me aí mas é o Almonda para ver quem morreu esta semana.
Pois.
A encíclica de Leão XIV - jorge carreira maia
» 2026-06-07
» Jorge Carreira Maia
A primeira encíclica do Papa Leão XIV – Magnifica Humanitas – toca em duas áreas fulcrais para a humanidade. A área da tecnologia e a área política. A Inteligência Artificial (IA) não é rejeitada pelo Vaticano. |
Minudências que consomem - carlos paiva
» 2026-06-07
» Carlos Paiva
A micro gestão, em inglês micromanagement, é um dos erros de gestão mais combatido nas estruturas empresariais. Caracterizada pela centralização de decisões, ausência de delegação de tarefas e responsabilidades, obsessão com detalhes e comunicação unilateral entre camadas hierárquicas. |
O precipício ao virar da esquina - antónio mário
» 2026-06-07
» António Mário Santos
Algo vem ganhando força e expressão, nos últimos tempos, a nível nacional: a consciência da ingovernabilidade do sistema político. O aumento do descontentamento popular, ante a realidade sociopolítica da degradação da qualidade de vida no mundo do capitalismo neoliberal, alimentou o crescimento da extrema-direita. |
A verdade dos números - antónio gomes
» 2026-06-07
» António Gomes
Realizou-se recentemente um debate sobre segurança e criminalidade em Torres Novas, promovido pela respectiva Assembleia Municipal e que contou com um conjunto de entidades oficiais – Secretária Geral do Sistema de Segurança Interna, comandante do Destacamento territorial da GNR, subcomissário da esquadra da PSP de Torres Novas, do coordenador da protecção Civil concelhia e ainda da procuradora da República e coordenadora da Comarca de Santarém. |
Labregos & rufiões - acácio gouveia
» 2026-06-07
» Acácio Gouveia
(...) e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os chifres dez diademas, e sobre as cabeças um nome de blasfémia” - Apocalipse S. João 13.1 Parece mesmo um argumento de filme apocalíptico, saído dos estúdios de Holywood, candidato a um sucesso de bilheteira. |
O rio que maltratamos mata-nos a sede
» 2026-05-18
» António Mário Santos
Em 20 de Março último publiquei, neste periódico, um artigo intitulado «Falemos de Cultura e do que o Município pode criar». Apontava, entre outros aspectos, um dos erros que, na minha opinião, menorizava a dimensão da actividade, neste sector específico do município: a sua municipalização, assente na pura opção dos seus técnicos, sem atenção ao que, na comunidade, se ia construindo. |
Da importância da redenção
» 2026-05-18
» Jorge Carreira Maia
Descansemos do triste estado do mundo e falemos de outra coisa. Façamos mesmo como os jogadores de Xadrez do poema de Ricardo Reis: Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia /Tinha não sei qual guerra, / Quando a invasão ardia na Cidade / E as mulheres gritavam, / Dois jogadores de xadrez jogavam / O seu jogo contínuo. |
Obras públicas concelhias
» 2026-05-18
» António Gomes
Deviam ser levadas a sério, com rigor e transparência. Mas não, em Torres Novas parece que é tudo ao contrário. Muitos se lembrarão ainda do que foi o calvário para concluir o edifício do antigo hospital, hoje Paços do Concelho, e mais recentemente o “bairro dos pobres”, bairro na Calçada António Nunes, entre outros… fez-se este caminho e parece que vai continuar. |
Todo bem vestido e sem sítio para ir
» 2026-05-18
» Carlos Paiva
Existirá sempre um leque de temas infelizes, más decisões, incompetências, desleixos, corrupção, para alimentar qualquer cronista em qualquer jornal local. A abundância temática por vezes é tal que se perde o foco no essencial e deriva-se para o acessório. |
A aposta na mobilidade não pode parar
» 2026-05-04
» António Gomes
Comemorámos o 25 de Abril e foi uma grande comemoração. Fiquei um pouco mais descansado quanto ao futuro da nossa Liberdade, a rua em 1974 foi o que decidiu o desfecho daquela data e agora, no 52.º aniversário, a rua voltou a não deixar dúvidas absolutamente nenhumas, tantas foram as pessoas por esse País fora que quiseram dizer presente para assegurar a Democracia e a Liberdade. |
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» 2026-05-18
» Jorge Carreira Maia
Da importância da redenção |
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» 2026-05-18
» Carlos Paiva
Todo bem vestido e sem sítio para ir |
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» 2026-05-18
» António Gomes
Obras públicas concelhias |
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» 2026-05-18
» António Mário Santos
O rio que maltratamos mata-nos a sede |
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» 2026-06-07
» Jorge Carreira Maia
A encíclica de Leão XIV - jorge carreira maia |