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Intestino, o nosso segundo cérebro

Opinião  »  2017-10-17  »  Juvenal Silva

"A base inicial de uma alteração no funcionamento do intestino reside numa alimentação desequilibrada e antinatural"

É no intestino que se produz um importantíssimo neurotransmissor, a serotonina, a hormona responsável pelo bem estar, otimismo e autoconfiança. O intestino, para além de ajudar a digerir e absorver os alimentos, os seus micróbios, são agora suspeitos de nos angustiar, deprimir ou alegrar. O intestino tem mais neurónios que a medula espinal e fabrica mais serotonina que o cérebro. Os neurocientistas concluíram que as células nervosas que existem nos intestinos controlam a digestão dos alimentos e também vários tipos de sensações, como sensações de medo ou de prazer. Isto porque o nosso intestino possui enormes concentrações de células nervosas como a estrutura do nosso cérebro. Tanto o cérebro como o intestino produzem substâncias psicoativas que influenciam o humor e a dor. A relação entre o cérebro e o intestino é uma via de dois sentidos. Se nos sentimos agitados, com ansiedade e aborrecidos, o cérebro desencadeia uma reação do sistema adrenal e o corpo é inundado com químicos do stress e, esses químicos perturbam a digestão, potenciando sintomas como gases, dilatação abdominal, azia, refluxo e uma má disposição, muitas vezes seguida de dores de cabeça e do corpo. O “nosso cérebro abdominal” controla o processo digestivo, o transporte de nutrientes e eliminação de resíduos e sustenta o sistema imunitário na defesa do organismo. Por isso se compreende que o funcionamento anómalo do intestino, desde a obstipação e outros transtornos, é causadore de vários tipos de doença, desorganizando todo o organismo, com afectação do sistema imunitário. 

A base inicial de uma alteração no funcionamento do intestino reside numa alimentação desequilibrada e antinatural. Influi tanto na função das bactérias intestinais como na sua atividade, que podem chegar a produzir substâncias tóxicas que ameaçam a nossa saúde.
As consequências são inevitáveis, porque com a penetração dos tóxicos na circulação do sangue, surgem enfermidades agudas como urticária, asma, febre do feno, reumatismo, eczemas, psoríase, outras alterações cutâneas e manifestações tóxicas do sistema nervoso central, como dores de cabeça, insónia, estados de excitação e transtorno mental.
A autointoxicação do intestino também se manifesta pelo cansaço, acordar cansado e com dores de cabeça, irritação, depressão, baixo rendimento, apatia para o trabalho, inapetência, cor amarelada, má disposição generalizada.
A prisão de ventre é um dos males mais comuns e ao qual se presta pouca atenção, ou seja, o intestino é um órgão esquecido, porque a maioria das pessoas não associa os sintomas da doença aos factores do mau funcionamento intestinal.
A prisão de ventre representa a dificuldade mais ou menos grande em evacuar e devemos interpretar que essa situação é originada por um mau funcionamento do aparelho digestivo, derivada de uma alimentação tóxica. Daí se depreende que a grande maioria das doenças são produzidas no intestino, por desdobramento bacteriano. Por isso, para suprimir essa causa tóxica no intestino doente, é necessário prescindir de alimentos ricos em gorduras animais, evitar o excesso de proteína animal, o açúcar, sal e bebidas alcoólicas. A alimentação deve ser constituída principalmente por abundantes alimentos frescos, frutas, legumes, saladas, cereais integrais, ácidos gordos.
A saúde intestinal é absolutamente primordial para o bom funcionamento metabólico e também para o humor, concentração e memória, vivacidade e vitalidade, estado emocional e níveis de energia sempre renovados.

 

 

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