PSD: a morte há muito anunciada - inês vidal
Opinião
» 2021-02-20
» Inês Vidal
"O PSD, farto de saber que o homem em questão teria sido vacinado, caladinho ficou e esperou que fizessem queixinhas à vereadora"
1. O PSD de Torres Novas é uma anedota. Ao mesmo tempo que digo isto, ouço já ao fundo vozes a erguerem-se contra esta forma crua e dura de arrancar com este texto. Imagino até as conclusões de quem tem facilidade de falar sem saber: é do Bloco, dizem uns, comunista desde sempre, atiram outros, indo ainda mais longe, lembrando que dirige aquele pasquim comunista, conforme aprenderam com o ex-presidente socialista. Mas na minha humilde opinião, não vale a pena começarem já a criticar quem se limita a deixar correr a tinta. Não passo do mensageiro, aquele que tem a distinta lata de dizer o que muitos pensam e poucos dizem, com as letras todas e ainda, se necessário, soletrá-lo bem alto: o PSD de Torres Novas é uma anedota. Está uma anedota. Tem vindo a tornar-se uma verdadeira anedota.
Já não é a primeira vez que aqui o digo. Como referi há um tempo, tenho uma tendência recorrente a repetir-me, mas não me crucifiquem por isso, a culpa não é somente minha. Se a coisa não melhora, se ninguém avança, se a triste actuação continua, que remédio tenho eu se não, obviamente, continuar a repetir-me por muito tempo?
O PSD de Torres Novas está uma anedota. Mas que nenhum social-democrata salte fora da sua responsabilidade e culpe apenas o outro. Tão culpado é o inerte que lá está, como o que em casa - quotas pagas ou não - se limita a criticar, a apontar o dedo, a mostrar-se envergonhado do partido que outrora foi e naquilo em que se tornou, não tendo a coragem de se levantar para dar o merecido murro na mesa, aquele murro que um partido de tamanha dimensão merecia que alguém desse.
Há muito que aqui disse que o PSD tem sangue nas mãos pela gestão socialista de décadas, que uma vez por outra se lembra de criticar. Nunca soube, ou nunca quis, fazer frente a um PS que, liderado por um prepotente candidato, foi criando raízes e veio para ficar. Raízes que acabou por deixar aos que lhe sucederam, que mal ou bem, goste-se ou não (quem os elegeu, que se deite com a sua consciência), por lá vão escrevendo a história de todos nós.
Os históricos do PSD local, que um dia foi grande e poder, desistiram, entregaram comodamente a responsabilidade aos jovens que vieram a seguir, lavando daí as mãos, não se comprometendo com o rumo que a coisa vai tomando. É sempre mais fácil responsabilizar o outro. Dizer-se o quanto gostariam que fosse diferente, mas continuar a ver afundar o barco, juntamente com quem o comanda e no final ainda pisar e esborrachar quem, mal ou bem, continuou a dar a cara. Os jovens, imaturos e sem sensatez suficiente para ver que não sabiam tudo, assumiram o controlo, com aquele fogo da juventude que acha que pode tudo. Sobrou-nos um PSD mais preocupado com o blazer à Paulo Portas, do que propriamente com o futuro de Torres Novas e dos torrejanos, com medo de fazer política, quando esta é o único garante da defesa dos direitos dos munícipes, em especial daqueles que lhes deram o voto de confiança.
Não comento decisões políticas, tendências ou facções. Cada qual acredita no que acredita e defende como quer os ideais que propôs para ser eleito. Não condeno formas discretas de agir, antes pelo contrário, elogio-as acima de qualquer espalhafato, política de facebook ou meras e cínicas tentativas de atingir visibilidades nas gordas de um qualquer jornal. Critico, se é que tenho maturidade ou conhecimento algum para me armar em líder de opinião, a forma cobarde como o fazem, quando raramente o decidem fazer.
2. Corre por aí uma bronca sobre a vacinação contra a Covid-19 e suas prioridades, envolvendo um dos eleitos pela maioria do executivo socialista. Veio a lume na sequência de uma reunião de câmara, mais propriamente da de 9 de Fevereiro, pela mão do Bloco de Esquerda. Até aí tudo bem (ou tudo mal, dependendo ao certo do que estamos a falar). O que mais me chocou nesta história toda - mais do que a questão da vacinação questionável, pois o ser humano já não me espanta assim tanto - foi a forma que o PSD escolheu para a trazer a público. O PSD, na teoria o principal partido da oposição, o tal que me traz aqui hoje...
Contextualizando, quem já se perdeu nas minhas divagações: finda uma reunião de câmara em que o assunto da vacinação no concelho foi debatido, bem como a forma correcta e sem polémicas como alegamente estaria a decorrer, sem que o PS - mais do que conhecedor do facto - avançasse uma palavra sobre a vacinação do vereador e sem que qualquer oposição tocasse no assunto - por desconhecimento, poderíamos nós pensar - os representantes social-democratas mostraram como se movem e o que os traz por cá.
Sem coragem - pessoal ou política, vá-se lá saber - para confrontar o vereador em questão sobre o porquê da sua aparatosa ultrapassagem na lista de prioridades de vacinação e sobre o silêncio dos respectivos companheiros socialistas sobre tamanho assunto, e vendo que a oposição refilona não tinha feito o papel que eles não conseguem ou não querem fazer, representantes do PSD notificaram por mensagem a representante do Bloco de Esquerda - ainda no decorrer da afamada reunião - para a informar que o vereador da protecção civil já teria sido vacinado e que, apesar do tema da vacinação ter feito mote na reunião, este se manteve caladinho como só ele sabe. Uma buchazita social-democrata, tipo: manda tu isto para o ar que, assim, se alguém for prejudicado és tu, não somos nós, até porque eu até tenho um processo para validar no urbanismo ou qualquer coisa assim. Isto já sou só eu a mandar para o ar, com aquele meu mau feitio do costume.
Mas vamos lá ver uma coisa: tão ladrão é o que rouba, como o que fica a ver. O PS calou-se que nem um rato, o vereador com o antídoto tão desejado do seu lado, calado ficou e ainda teve a distinta lata de reiterar a ideia de que tudo corria sobre rodas e sem aldrabices na atribuição de vacinas no concelho. Ao mesmo tempo, o PSD, na figura do vereador presente, farto de saber que o homem em questão teria sido vacinado, caladinho ficou e esperou que fizessem queixinhas à vereadora, procurando alguém que tivesse coragem de fazer o que não quis ou não foi capaz. Só me vem à ideia aquela tríade de macacos famosos: o que não vê, o que não ouve, o que não fala... Tudo no (e do) mesmo saco.
3. O PSD estava, como é óbvio, completamente no direito de não falar se achava que o tema não era assunto. Estamos todos de acordo nisso. Mas se assim era, alguém que me explique - que eu por entre as minhas muitas limitações não percebo - o porquê de ir espicaçar a vereadora do Bloco de Esquerda a meter a boca no trombone, quando o próprio não o fez? Optou por ficar calado e assim ficou, só se mostrando indignado depois de Helena Pinto, mais tarde, confirmada a queixinha dos social-democratas, ter vindo a público pedir explicações e a respectiva demissão do vereador da vacina.
Há coisas que me tiram do sério e me merecem letras a fio e esta é de facto uma daquelas que me faz sair da cama de manhã orgulhosa e a dar vivas pelo facto de ser torrejana. Uma torrejana bem entregue a uma elite de luxo, onde a única coisa que muda é a cor da bandeira.
O PS em Torres Novas já morreu há muito. Sobram uns cinco que em seu nome, lá do alto, vão fazendo pela vida e dando conta da nossa. Ao PSD, partido que muito respeitava pela sua história e no qual ainda depositava uma réstia de esperança enquanto líder de oposição, deixo os meus sentimentos. O que ainda restava, foi enterrado desta.
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PSD: a morte há muito anunciada - inês vidal
Opinião
» 2021-02-20
» Inês Vidal
O PSD, farto de saber que o homem em questão teria sido vacinado, caladinho ficou e esperou que fizessem queixinhas à vereadora
1. O PSD de Torres Novas é uma anedota. Ao mesmo tempo que digo isto, ouço já ao fundo vozes a erguerem-se contra esta forma crua e dura de arrancar com este texto. Imagino até as conclusões de quem tem facilidade de falar sem saber: é do Bloco, dizem uns, comunista desde sempre, atiram outros, indo ainda mais longe, lembrando que dirige aquele pasquim comunista, conforme aprenderam com o ex-presidente socialista. Mas na minha humilde opinião, não vale a pena começarem já a criticar quem se limita a deixar correr a tinta. Não passo do mensageiro, aquele que tem a distinta lata de dizer o que muitos pensam e poucos dizem, com as letras todas e ainda, se necessário, soletrá-lo bem alto: o PSD de Torres Novas é uma anedota. Está uma anedota. Tem vindo a tornar-se uma verdadeira anedota.
Já não é a primeira vez que aqui o digo. Como referi há um tempo, tenho uma tendência recorrente a repetir-me, mas não me crucifiquem por isso, a culpa não é somente minha. Se a coisa não melhora, se ninguém avança, se a triste actuação continua, que remédio tenho eu se não, obviamente, continuar a repetir-me por muito tempo?
O PSD de Torres Novas está uma anedota. Mas que nenhum social-democrata salte fora da sua responsabilidade e culpe apenas o outro. Tão culpado é o inerte que lá está, como o que em casa - quotas pagas ou não - se limita a criticar, a apontar o dedo, a mostrar-se envergonhado do partido que outrora foi e naquilo em que se tornou, não tendo a coragem de se levantar para dar o merecido murro na mesa, aquele murro que um partido de tamanha dimensão merecia que alguém desse.
Há muito que aqui disse que o PSD tem sangue nas mãos pela gestão socialista de décadas, que uma vez por outra se lembra de criticar. Nunca soube, ou nunca quis, fazer frente a um PS que, liderado por um prepotente candidato, foi criando raízes e veio para ficar. Raízes que acabou por deixar aos que lhe sucederam, que mal ou bem, goste-se ou não (quem os elegeu, que se deite com a sua consciência), por lá vão escrevendo a história de todos nós.
Os históricos do PSD local, que um dia foi grande e poder, desistiram, entregaram comodamente a responsabilidade aos jovens que vieram a seguir, lavando daí as mãos, não se comprometendo com o rumo que a coisa vai tomando. É sempre mais fácil responsabilizar o outro. Dizer-se o quanto gostariam que fosse diferente, mas continuar a ver afundar o barco, juntamente com quem o comanda e no final ainda pisar e esborrachar quem, mal ou bem, continuou a dar a cara. Os jovens, imaturos e sem sensatez suficiente para ver que não sabiam tudo, assumiram o controlo, com aquele fogo da juventude que acha que pode tudo. Sobrou-nos um PSD mais preocupado com o blazer à Paulo Portas, do que propriamente com o futuro de Torres Novas e dos torrejanos, com medo de fazer política, quando esta é o único garante da defesa dos direitos dos munícipes, em especial daqueles que lhes deram o voto de confiança.
Não comento decisões políticas, tendências ou facções. Cada qual acredita no que acredita e defende como quer os ideais que propôs para ser eleito. Não condeno formas discretas de agir, antes pelo contrário, elogio-as acima de qualquer espalhafato, política de facebook ou meras e cínicas tentativas de atingir visibilidades nas gordas de um qualquer jornal. Critico, se é que tenho maturidade ou conhecimento algum para me armar em líder de opinião, a forma cobarde como o fazem, quando raramente o decidem fazer.
2. Corre por aí uma bronca sobre a vacinação contra a Covid-19 e suas prioridades, envolvendo um dos eleitos pela maioria do executivo socialista. Veio a lume na sequência de uma reunião de câmara, mais propriamente da de 9 de Fevereiro, pela mão do Bloco de Esquerda. Até aí tudo bem (ou tudo mal, dependendo ao certo do que estamos a falar). O que mais me chocou nesta história toda - mais do que a questão da vacinação questionável, pois o ser humano já não me espanta assim tanto - foi a forma que o PSD escolheu para a trazer a público. O PSD, na teoria o principal partido da oposição, o tal que me traz aqui hoje...
Contextualizando, quem já se perdeu nas minhas divagações: finda uma reunião de câmara em que o assunto da vacinação no concelho foi debatido, bem como a forma correcta e sem polémicas como alegamente estaria a decorrer, sem que o PS - mais do que conhecedor do facto - avançasse uma palavra sobre a vacinação do vereador e sem que qualquer oposição tocasse no assunto - por desconhecimento, poderíamos nós pensar - os representantes social-democratas mostraram como se movem e o que os traz por cá.
Sem coragem - pessoal ou política, vá-se lá saber - para confrontar o vereador em questão sobre o porquê da sua aparatosa ultrapassagem na lista de prioridades de vacinação e sobre o silêncio dos respectivos companheiros socialistas sobre tamanho assunto, e vendo que a oposição refilona não tinha feito o papel que eles não conseguem ou não querem fazer, representantes do PSD notificaram por mensagem a representante do Bloco de Esquerda - ainda no decorrer da afamada reunião - para a informar que o vereador da protecção civil já teria sido vacinado e que, apesar do tema da vacinação ter feito mote na reunião, este se manteve caladinho como só ele sabe. Uma buchazita social-democrata, tipo: manda tu isto para o ar que, assim, se alguém for prejudicado és tu, não somos nós, até porque eu até tenho um processo para validar no urbanismo ou qualquer coisa assim. Isto já sou só eu a mandar para o ar, com aquele meu mau feitio do costume.
Mas vamos lá ver uma coisa: tão ladrão é o que rouba, como o que fica a ver. O PS calou-se que nem um rato, o vereador com o antídoto tão desejado do seu lado, calado ficou e ainda teve a distinta lata de reiterar a ideia de que tudo corria sobre rodas e sem aldrabices na atribuição de vacinas no concelho. Ao mesmo tempo, o PSD, na figura do vereador presente, farto de saber que o homem em questão teria sido vacinado, caladinho ficou e esperou que fizessem queixinhas à vereadora, procurando alguém que tivesse coragem de fazer o que não quis ou não foi capaz. Só me vem à ideia aquela tríade de macacos famosos: o que não vê, o que não ouve, o que não fala... Tudo no (e do) mesmo saco.
3. O PSD estava, como é óbvio, completamente no direito de não falar se achava que o tema não era assunto. Estamos todos de acordo nisso. Mas se assim era, alguém que me explique - que eu por entre as minhas muitas limitações não percebo - o porquê de ir espicaçar a vereadora do Bloco de Esquerda a meter a boca no trombone, quando o próprio não o fez? Optou por ficar calado e assim ficou, só se mostrando indignado depois de Helena Pinto, mais tarde, confirmada a queixinha dos social-democratas, ter vindo a público pedir explicações e a respectiva demissão do vereador da vacina.
Há coisas que me tiram do sério e me merecem letras a fio e esta é de facto uma daquelas que me faz sair da cama de manhã orgulhosa e a dar vivas pelo facto de ser torrejana. Uma torrejana bem entregue a uma elite de luxo, onde a única coisa que muda é a cor da bandeira.
O PS em Torres Novas já morreu há muito. Sobram uns cinco que em seu nome, lá do alto, vão fazendo pela vida e dando conta da nossa. Ao PSD, partido que muito respeitava pela sua história e no qual ainda depositava uma réstia de esperança enquanto líder de oposição, deixo os meus sentimentos. O que ainda restava, foi enterrado desta.
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