A água
Opinião
» 2018-06-21
» António Gomes
"Os campos de futebol são também situações graves, pela quantidade de água que consomem"
É de todos conhecida a escassez de água doce existente no planeta. Em Portugal, o ano de 2017 foi particularmente avisador para toda a gente: lembramos bem o transporte de água de umas regiões para outras e os condicionalismos impostos ao seu consumo (jardins, rotundas, etc). Todos sabemos que isto da falta de água é para levar a sério, ou deveria ser para levar a sério.
Mesmo com as chuvas deste ano, não podemos descansar: a experiência da vida e os estudos científicos bem nos avisam.
Autarquias há que iniciaram novas abordagens à política da água, ao seu uso, nomeadamente evitando o seu desperdício. É preciso reduzir as zonas ajardinadas que consomem muita água, como rotundas, divisórias de ruas, proceder a plantações com espécies autóctones, é preciso substituir relvados naturais por relvados sintéticos nos campos de futebol, etc, etc..
Convém aqui referir que os casos mais graves são os que têm a ver com as regas feitas com água potável, tratada para consumo humano. Atrever-me-ia a dizer que é quase um crime. No caso de Torres Novas, vários são os casos, sem que se veja preocupação por isso.
Os campos de futebol são também situações graves, pela quantidade de água que consomem. É preciso alterar o paradigma, com coragem. Em Riachos, as pessoas reivindicaram, fizeram um abaixo-assinado e o relvado vai ser substituído por um sintético. Um exemplo positivo. No Campo da Pinheira, em Assentis, o sinal é ao contrário: a maioria do executivo municipal do PS votou pela continuação do relvado, investindo 25 000 euros na sua reabilitação, uma obra realizada ainda antes de ser aprovada em reunião de câmara. Adiante, que já sabemos o que a casa gasta.
Neste caso de Assentis, a coisa é bem mais grave, pois o furo existente apenas satisfaz uma pequena parte das necessidades e o que vai continuar a acontecer como até aqui, são milhares de euros/ano em água potável que vai custar a manutenção do campo.
Bem sei que o investimento em sintético é bem mais caro que os 25 000 euros, mas a poupança da água e a poupança na manutenção valeriam bem a pena. São opções.
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A água
Opinião
» 2018-06-21
» António Gomes
Os campos de futebol são também situações graves, pela quantidade de água que consomem
É de todos conhecida a escassez de água doce existente no planeta. Em Portugal, o ano de 2017 foi particularmente avisador para toda a gente: lembramos bem o transporte de água de umas regiões para outras e os condicionalismos impostos ao seu consumo (jardins, rotundas, etc). Todos sabemos que isto da falta de água é para levar a sério, ou deveria ser para levar a sério.
Mesmo com as chuvas deste ano, não podemos descansar: a experiência da vida e os estudos científicos bem nos avisam.
Autarquias há que iniciaram novas abordagens à política da água, ao seu uso, nomeadamente evitando o seu desperdício. É preciso reduzir as zonas ajardinadas que consomem muita água, como rotundas, divisórias de ruas, proceder a plantações com espécies autóctones, é preciso substituir relvados naturais por relvados sintéticos nos campos de futebol, etc, etc..
Convém aqui referir que os casos mais graves são os que têm a ver com as regas feitas com água potável, tratada para consumo humano. Atrever-me-ia a dizer que é quase um crime. No caso de Torres Novas, vários são os casos, sem que se veja preocupação por isso.
Os campos de futebol são também situações graves, pela quantidade de água que consomem. É preciso alterar o paradigma, com coragem. Em Riachos, as pessoas reivindicaram, fizeram um abaixo-assinado e o relvado vai ser substituído por um sintético. Um exemplo positivo. No Campo da Pinheira, em Assentis, o sinal é ao contrário: a maioria do executivo municipal do PS votou pela continuação do relvado, investindo 25 000 euros na sua reabilitação, uma obra realizada ainda antes de ser aprovada em reunião de câmara. Adiante, que já sabemos o que a casa gasta.
Neste caso de Assentis, a coisa é bem mais grave, pois o furo existente apenas satisfaz uma pequena parte das necessidades e o que vai continuar a acontecer como até aqui, são milhares de euros/ano em água potável que vai custar a manutenção do campo.
Bem sei que o investimento em sintético é bem mais caro que os 25 000 euros, mas a poupança da água e a poupança na manutenção valeriam bem a pena. São opções.
Brasil, China, Entre-os-Rios e Novo Banco
» 2019-03-09
» Jorge Carreira Maia
1. A DOENÇA DO BRASIL. Apesar de sermos latinos e de permitirmos coisas inaceitáveis nos países do centro e do norte da Europa, ainda é difícil para os portugueses compreender a doença que ataca com virulência inusitada o Brasil. |
Remodelação, Bloco, Greves e Exames
» 2019-02-22
» Jorge Carreira Maia
1. REMODELAÇÃO DO GOVERNO. A importância da remodelação do governo ocorrida no início da semana é, do ponto de vista da orientação política, tendencialmente nula. |
Mulher
» 2019-02-21
» Margarida Oliveira
Se é adquirido que com o 25 de Abril de 1974, as mulheres alcançaram o reconhecimento dos seus direitos mais fundamentais, exigindo a igualdade na vida, entre mulheres e homens, certo é, que fora o que seria obrigatório conceder, com o objectivo de serenar os ânimos reivindicativos femininos, praticamente tudo continua por fazer. |
Em suma, não se fotografa o que se come, come-se para fotografar.
» 2019-02-21
» José Ricardo Costa
Por estranho que pareça, houve um tempo em que se ia ao restaurante sobretudo para comer. Sim, também para conviver, comemorar, fazer negócios, mas sempre com o prazer da boa mesa como alvo. Nós, portugueses, para além de comer adoramos falar sobre o que comemos, nem que seja para lembrar, com a expressão lúbrica do lobo dos desenhos animados, o maravilhoso cabrito com grelos que comemos há 20 anos. |
Aero… coisa, mas muito séria
» 2019-02-21
» António Gomes
A noticia teve origem na informação prestada em reunião de câmara pelo vice-presidente da mesma: aeroporto internacional, 4 Kms de pista, 160 voos/dia, 200 milhões de investimento, etc.. E foi apresentada com pompa e circunstância, uma grande mais valia para Torres Novas e arredores. |
Opções
» 2019-02-21
» Anabela Santos
E de repente, quando somos agradavelmente surpreendidos por um montante razoável em euros de que não estávamos à espera, a reação é de espanto e de alegria. Faz falta, é sempre bem vindo. A partir do momento em que recebemos tão agradável notícia, impõe-se um pensamento … o que fazer com todo o dinheiro recebido? |
Para quê tanto vermelho?
» 2019-02-21
» Ana Sentieiro
O Dia de São Valentim é, à semelhança do Carnaval, do Dia da Mulher, do Dia da Aproximação do Pi ou do próprio Dia do Pi, uma celebração à qual não foi atribuída o estatuto de feriado e, como tal, não é respeitada no agregado de festividades. |
Beija o chão e abraça a humilhação
» 2019-02-15
» Ana Sentieiro
Olá! O meu nome é Ana, mas podes tratar-me por “caloira” num tom agressivo e um tanto incomodativo ou, se preferires, “besta”, acompanhado com “Enche vinte!” entoado de um modo pouco sugestivo. |
Caixa, Marcelo, Venezuela e Papa
» 2019-02-08
» Jorge Carreira Maia
1. CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS. O que se tem vindo a saber da Caixa Geral de Depósitos dá razão aos que, na União Europeia, julgam ser necessário impor uma espécie de protectorado aos países do sul da Europa. |
Lisboetas?
» 2019-02-07
» Inês Vidal
Tento fazer este exercício: o que é que as pessoas que não conhecem Torres Novas ficaram a saber sobre o nosso concelho, depois de lerem o artigo publicitário disfarçado de reportagem, que saiu no sábado numa alegada revista, de um honrado semanário nacional? Ora bem. |
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» 2019-02-22
» Jorge Carreira Maia
Remodelação, Bloco, Greves e Exames |
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» 2019-02-21
» Anabela Santos
Opções |
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» 2019-02-21
» António Gomes
Aero… coisa, mas muito séria |
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» 2019-02-21
» José Ricardo Costa
Em suma, não se fotografa o que se come, come-se para fotografar. |
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» 2019-02-21
» Margarida Oliveira
Mulher |