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Cedo nos habituámos a ver gente do chamado mundo ocidental. Mas o que dizer dos soviéticos, no outro extremo da Europa? Onde vê-los a não ser a rapar medalhas nos Jogos Olímpicos ao som de um belo hino, ou de gorro enfiado na cabeça, a passar atrás do Carlos Fino enquanto este falava a partir de Moscovo? Um mundo de onde não se saía livremente, aonde poucos iam, enfim, um mundo fechado e do qual pouco se sabia para além de certas visões utópicas e distópicas. |
![]() Neste Abril de 2023, passam cinquenta anos da realização em Aveiro do III Congresso da Oposição Democrática. É um bom pretexto para uma pequena resenha dum tempo de resistência em que Torres Novas participou. |
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Uma notícia curiosa, mas, em aparência, sem relevo. No Público (online) de 11 de Abril, um texto apresentava o seguinte título: Na Croácia, homens ajoelham-se para rezar pela “restauração da autoridade masculina”. |
![]() A chamada fonte da juventude junto à escola Artur Gonçalves esteve vários anos abandonada, há pouco mais de um ano foi reparada, custou 80 000 euros, funcionou poucos meses e voltou ao mesmo e assim por lá continua. |
![]() Observo uma fotografia do João Espanhol e da Celina, que a filha Dulce colocou no Facebook, sobre a participação no 25 de Abril. O João, nestas datas, nunca deixava de colocar o cravo na lapela. Ficou publicamente conhecida a alegria que a sonoridade da sua voz lançava em qualquer sessão onde se comemorasse a revolução dos cravos. |
![]() Começo esta série de crónicas de viagens de modo simbólico: pelo primeiro dia deste ano. Num comboio, algures entre Trieste, onde aquele homem entrou comigo, e Veneza, onde também saiu, embora no meu caso só para apanhar o segundo dos quatro comboios que me levariam a Bergamo. |
![]() Em Populismo - A revolta contra a democracia liberal (2018), Goodwin & Eatwell argumentam que os votos nos nacionais-populistas não são de protesto contra o sistema, mas uma adesão comprometida com a visão política desses partidos. |
![]() Não podemos afirmar que os factos recentemente conhecidos em Torres Novas tenham tido um efeito bomba. E não podemos porque, se bomba fosse, esta nunca era daquelas de rebentar com estrondo. Na verdade, há polémicas no nosso concelho, concretamente na vida política e autárquica, que todos nós – pelo menos aqueles que minimamente vão acompanhando aquilo que por aqui se vai passando – sabem existir, sabem acontecer e sabem ser o quotidiano. |
![]() Em 1563, o Concílio de Trento decretou a campanha da folha de figueira. Visando os nus na arte renascentista, considerando-os lascivos e incentivadores ao pecado, patrocinou o encobrimento dos órgãos sexuais das personagens representadas, com uma folha de figueira. |
![]() Estava eu a pensar em que mentira iria esbarrar em um de Abril, quando um amigo distante me mandou um e-mail a lembrar-me que no livrinho vermelho Mao-Tse-Tung, que muita carnificina provocou na facção mais moderada do comunismo chinês, definia «o mundo como um ovo, parte-se, agita-se, e fica tudo amarelo». |